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Economia

Caxias é a 'bola da vez' do mercado hoteleiro

JB Online

RIO - O município de Duque Caxias é a bola da vez do mercado corporativo e hoteleiro do estado do Rio. De olho no grande déficit hoteleiro da região - que abriga a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), bem como na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016 –, a NEP S.A lança, em dezembro, o seu primeiro projeto, o Supreme Caxias, um complexo que abrange um centro empresarial e dois hotéis.

Após cerca de quatro anos pesquisando este mercado, a empresa firmou parceria com a rede Atlantica Hotels International, uma das líderes em franquias e administração hoteleira internacional, para lançar o projeto, que será localizado na Rodovia Washington Luiz, ao lado da Casa do Alemão, na pista de descida da Serra.

Também já está em fase final de aprovação a negociação da incorporadora com a Prefeitura de Duque de Caxias para a assinatura de um grande pacote de incentivos fiscais para o empreendimento. Entre eles, estão a redução ou até isenção do IPTU e a redução do ITBI e do ISS do empreendimento hoteleiro.

De acordo com Cyro Fidalgo, diretor de desenvolvimento do empreendimento, a incorporadora escolheu Caxias como seu local de estreia por ser uma região estratégica, em crescimento e com um enorme potencial econômico já consolidado.

- A região abriga a Reduc, da Petrobras, maior unidade industrial da área do Grande Rio, além de diversas empresas e indústrias. Duque de Caxias é o 15º maior PIB do país e o 2º maior PIB do estado do Rio de Janeiro. Nosso foco principal será investidores com interesse no mercado imobiliário, em produtos com grande rentabilidade, liquidez e potencial de valorização patrimonial - explica Fidalgo.

Ao todo, serão 165 salas comerciais e 390 suítes nas duas torres de hotéis que terão as bandeiras Comfort e Go Inn, da Atlantica. O Supreme Caxias também contará com o primeiro heliponto da região. O VGV do empreendimento supera a casa dos R$ 60 milhões.

Um grande diferencial do Supreme Caxias é a escritura individual do imóvel, a qual os compradores das unidades do Hotel terão direito, de acordo com a Lei Federal nº4591, de 1964. Tal fato não é possível no município do Rio de Janeiro e em outras cidades por limitações do código de obras.

13:06 - 26/11/2009









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