Diante disso, as bolsas norte-americanas fecharam em terreno positivo. O índice Dow Jones subiu 0,29%, para os 10.464 pontos; o Nasdaq valorizou 0,32%, para os 2.176 pontos; e o S&P 500 avançou 0,45%, para os 1.110 pontos.
No mesmo sentido, os índices europeus terminaram em alta. Mais uma vez, os indicadores dos Estados Unidos prevaleceram, mesmo sendo divulgado que o PIB do Reino Unido recuou 0,3% no terceiro trimestre deste ano. O FTSE-100, de Londres, valorizou 0,77%, aos 5.364 pontos; o DAX, de Frankfurt, avançou 0,58%, aos 5.803 pontos; e o CAC-40, de Paris, subiu 0,65%, aos 3.809 pontos.
Por aqui, o Ibovespa acompanhou o cenário externo e encerrou com valorização de 0,89%, aos 67.917 pontos - representando a maior pontuação de 2009. O giro financeiro da bolsa ficou em R$ 5,90 bilhões. Além disso, o movimento foi puxado também pelas ações da Petrobras que avançaram diante da alta do petróleo.
Ainda internamente, o governo anunciou que reduziu a zero o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para vários tipos de móveis e prorrogou a desoneração de impostos para materiais de construção, que acabaria no fim do ano.
Por sua vez, o índice Merval, da bolsa de valores de Buenos Aires, encerrou o dia no azul, com ganho de 0,25%, aos 2.253 pontos.
Nas commodities, o barril do petróleo terminou em alta, refletindo a desvalorização do dólar frente ao euro, o que elevou a atratividade da commodity como investimento alternativo. O preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em janeiro, avançou 2,60%, cotado a US$ 78,00 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). Já o barril do tipo Brent, com vencimento em janeiro, subiu 2,7%, negociado a US$ 78,52 no ICE Exchange de Londres.
Na renda fixa, as projeções de juros embutidos nos Certificados de Depósito Interfinanceiro (CDI) fecharam com avanço. O DI com vencimento em janeiro de 2011, apontou taxa anual de 10,19%. No câmbio, a moeda norte-americana fechou em baixa, vendida a R$ 1,72.
(Redação - Agência IN)
19:46 - 25/11/2009