"Não tem problema de leilões até o fim do ano", afirmou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, antes de deixar o ministério e viajar para Curitiba. Ele disse que há "margem de manobra" para atender outras culturas agrícolas, caso seja necessário.
O secretário executivo do ministério, Gerardo Fontelles, disse que como o destino dos recursos não está "carimbado", produtos como o arroz e o trigo também podem ser adquiridos pelo governo, se houver necessidade. Segundo ele, o dinheiro estava sendo esperado pelos técnicos da pasta para cumprir as metas até o fim de dezembro. "Esses recursos foram o que projetamos para fechar o ano", afirmou.
Além dos recursos para formação de estoques públicos, foram concedidos R$ 90 milhões em crédito suplementar para subsídio ao prêmio do seguro rural. As informações são da Agência Brasil.
(Redação - Agência IN)
19:41 - 25/11/2009