Em São Paulo, por exemplo, o aumento foi de 15% e no Paraná 13%. Os outros locais mais afetados foram Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina, com acréscimos de 6,5%; 6,4%; e 8,5%, respectivamente. Enquanto isso, os demais combustíveis permaneceram praticamente estáveis, com altas que não chegam a 1%. Esse é o resultado do último levantamento promovido pelo Ticket Car.
Apesar do cenário desfavorável, o derivado da cana-de-açúcar ainda apresenta o melhor custo-benefício em 16 Estados e no Distrito Federal. Contudo, outubro representou o menor número desde que a pesquisa começou a ser divulgada, em 2007. Também é a primeira vez que São Paulo deixa de liderar a lista, superado por Goiás e Mato Grosso. Nesse mês a diferença de preço entre gasolina e álcool nas bombas dos postos paulistas caiu para 38,3% contra 45,8% em setembro. Com as alterações, o preço médio do álcool no País em outubro é R$ 1,84; gasolina, 2,68; Diesel, R$ 2,09; biodiesel, 2,09; e GNV, R$ 1,70.
De acordo com Marcelo Nogueira, gerente de Negócios Especialista do Ticket Car, o gasto com combustíveis é um dos principais custos de uma frota. "É preciso tomar cuidado, pois, apesar de mais barato, a autonomia do veículo com o álcool é, em média, 30% menor. Assim, para ser vantajosa a sua utilização, o preço do litro também precisa ser 30% menor", informa.
(Redação - Agência IN)
10:19 - 04/11/2009