De acordo com o Serasa, o fato do indicador ter atingido o pico em junho aponta para um natal altamente favorável para o comércio. "O apetite por crédito do consumidor deverá ainda se manter estimulado não apenas pelo maior grau de confiança das pessoas físicas como também pelas condições mais favoráveis pelo lado da oferta de crédito (encargos declinantes e prazos mais dilatados)", destaca.
No entanto, as recentes quedas do indicador apontam que o ritmo de concessões reais de crédito com recursos livres às pessoas físicas, continuará crescendo, porém num ritmo mais brando do que o registrado ao longo dos últimos meses, ou seja, o indicador deve se manter acima de 100, mas caindo.
Para o Serasa, tal desaceleração relaciona-se com alguns fatores, tais como: o fim do período de relaxamento monetário, o término de alguns estímulos fiscais anti-crise e o provável deslocamento das pessoas físicas do crédito do consumo para o investimento (crédito habitacional), oferecido basicamente com recursos direcionados, tendo em vista a recuperação do mercado imobiliário.
(Redação - Agência IN)
09:25 - 04/11/2009