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RIO DE JANEIRO - O prefeito Eduardo Paes determinou a demissão de todos os profissionais envolvidos no caso da grávida, caso seja comprovada a responsabilidade dos profissionais que atenderam uma grávida e a mandaram procurar outro hospital para internação. O bebê de Manoela Couto, de 29 anos, nasceu morto pouco depois dela atender as recomendações de equipe no hospital Miguel Couto, que escreveu à caneta no braço da grávida o nome da maternidade municipal Fernando Magalhães e a linha de ônibus que ela deveria pegar.
Manoela chegou ao Miguel Couto no último dia 2, quinta-feira, com fortes dores e sangramento. Depois de examina-la, o obstetra de plantão escreveu em seu braço “Fernando Magalhães” e “476 e 460”. O nome da maternidade e o número do ônibus que deveria pegar sozinha. Além dela, outras duas gravidas também tiveram seus braços rabiscados pelo plantonista e foram encaminhadas para o hospital de São Cristovão.
A secretaria municipal declarou, em nota, que, assim que soube do acontecimento, abriu sindicância no Hospital Municipal Miguel Couto para descobrir quem foi o responsável. Caso as denúncias sejam comprovadas, Paes já garantiu que os envolvidos seram demitidos.
18:07 - 04/07/2009