Jornal do Brasil
SÃO PAULO - “Não há indicativo e tão pouco provas de que ela não é perigosa. Pelo que tenho nos autos ela é perigosa”. Com essas palavras, o promotor da Vara de Execuções Criminais de Taubaté (140 km de São Paulo), Paulo José de Palma, enviou à Justiça parecer contrário à concessão de pena de regime semiaberto à Suzane Von Richthofen.
Para o promotor, os advogados de Suzane precisam provar que ela pode viver em sociedade novamente, além de bom comportamento na prisão. Ela foi condenada a 38 anos de prisão em regime fechado por participar da morte dos pais.
- O advogado não conseguiu provar que ela experimenta ressocialização, que ela melhorou, que ela se arrepende. Por enquanto não temos nada disso nos autos, só o bom comportamento. Para a sociedade é muito pouco nós recebermos uma pessoa como ela de volta - completa.
22:05 - 18/05/2009