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WASHINGTON - Uma nova pesquisa confirmou que a cafeína tem o potencial de agir em células causadoras do câncer de pele não melanoma, estimulando a morte das células doentes. Cientistas cogitam avançar, agora, na possiblidade de aplicar este estimulante em protetores solares.
Estudos anteriores mostraram que beber café e chás com cafeína baixava o risco do câncer de pele não melanoma, além disso, o tratamento com cafeína apresentava sucesso em ratos.
Nessa nova investigação, uma equipe da escola de medicina de Harvard e Pfizer revelou que a cafeína ajuda a eliminar as células humanas doentes por meio da radiação ultravioleta (UV). O tratamento que une a cafeína e os raios UV leva as células doentes ao suicídio.
No artigo publicado na revista científica Journal of Investigative Dermatology, os pesquisadores relataram que a aplicação tópica da cafeína, talvez em filtros solares ou em loções pós-sol poderá ser investigada como uma forma de minimizar ou reverter os efeitos nocivos dos raios UV na pele humana.
Para Gavin Greenoak, da Universidade de Sydney, a pesquisa mostra indica uma possiblidade de aumentar a proteção câncer de pele não melanoma, o tipo mais comum de câncer de pele, adicionando a cafeína em protetores solares ou em medicamentos sintéticos mais específicos.
As informações são do jornal britânico 'Telegraph'.
13:12 - 27/02/2009