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Ataque gerou doenças
NOVA YORK -
O número de pessoas com problemas médicos ligados ao 11 de Setembro aumentou para 15 mil em Nova York. Os números, levantados pela rede BBC, conta pacientes que receberam tratamento por terem respirado poeira.
Muitas da vítimas afirmam que o governo deu garantia falsa de que o ar de Manhattan estava saudável. Agora, planejam processar as autoridades.
Na terça-feira, um coronel da polícia, que pediu para não ser identificado, afirmou que a morte de um policial está ''diretamente ligada'' a uma doença que desenvolveu no 11 de Setembro. James Zadroga, que trabalhou no Marco Zero, morreu em janeiro.
Nos ataques, Jeff Endean era chefe de um esquadrão da Swat. Hoje, tem problemas de respiração e sobrevive a base de um coquetel de remédios tomado diariamente. Kelly Colangelo trabalhava com tecnologia no WTC. Tinha boa saúde, mas agora tem asma e sinusite.
- Fico me perguntando se daqui a 10 ou 15 anos vou estar morta por causa destas doenças - teme.
Ambos foram vítimas ainda da chamada ''tosse do World Trade Center'' - um mal que atingiu vários nos dias seguintes ao atentado. Passou depois que a poeira baixou, mas deixou conseqüências.
[13/ABR/2006]
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