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Superbowl marcado por violência
TAMPA, EUA -
A violência, comum no futebol americano, ultrapassou os gramados, com o envolvimento de vários jogadores da NFL (a liga de futebol americano) em crimes e delitos sexuais.
Ray Lewis, um jogador bastante violento em campo, que comanda a defesa do time de Baltimore Ravens como um verdadeiro ''Exterminador'', é forte candidato ao título de melhor jogador do Superbowl. Mas, durante toda a semana, Lewis conseguiu espaço nas páginas dos jornais não apenas por suas qualidades como jogador. O nome de Lewis está sendo vinculado ao assassinato de dois homens, que foram mortos a punhaladas, durante uma regata, ano passado, em Atlanta. ''Apaguei da minha mente tudo que possa me distrair. Só vou pensar o que vou fazer, com relação a estas acusações, depois que cumprir a minha tarefa no time, com meus companheiros'', disse Lewis, pouco antes da final do Superbowl. Lewis comanda uma trupe de defesa que permitiu, durante toda a temporada, apenas 165 pontos sofridos em 16 jogos. O clima entre os Giants também não foi dos mais tranquilos na semana anterior à decisão. Dentro do campo do time local, Kerry Collinsen saia com os jogadores de defesa como anular o adversário Trent Dilfer, jogador conhecido por correr como um coelho, dentro do campo, quando tentam derrubá-lo. ''Não importa onde ele se meta. Vamos encontrá-lo, derrubá-lo e depois beberemos champanhe para comemorar'', disse Keith Hamilton.
A polícia local mobilizou mais de 20 mil homens, por toda a cidade, esperando que a violência dentro de campo se espalhe entre os torcedores após a partida.
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