E-mails e telefones
Shopping JB Online
Home
Tempo Real

Colunistas
Informe JB
A Câmara luta por três dias de trabalho

Cartas
Segurança

Horóscopo

Gente
'Divine'

Charge Online

Marcia Peltier
Figuraça

Informe Econômico
Investidor testa nova patamar para o dólar

Boechat
A quem interessa?

Gilberto Amaral
A noite do Patife

Hildegard Angel
Linda Catarina

Universo feminino
Duas vaidades

Entre amigas
A sombra de Clarice

No campo dos negócios
O magnata misterioso por trás do Corinthians

Astrologia da Alma
O ano dos milagres

João Paulo Cuenca
O eterno recomeço do bloco de carnaval em Laranjeiras

Estilo
A estilista Elsa Schiaparelli (1890/1973)

 


O magnata misterioso por trás do Corinthians


Está cada vez mais mal contada a história da parceria entre Media Sports Investments (MSI) e Corinthians. Ninguém viu - nem o Banco Central - os US$ 22,6 milhões pagos pelo passe do argentino Tevez. A MSI é gerida por um fundo nas Ilhas Virgens Britânicas, notório paraíso fiscal. Seu maior acionista é o poderoso chefão Badri Patarkatsishvili, da antiga república soviética da Geórgia.

Ex-executivo da TV-6, principal emissora privada russa, o magnata foi acusado de planejar a fuga da prisão de um ex-dirigente da companhia aérea estatal Aeroflot investigado por fraude. Meteu-se em privatizações suspeitas e hoje controla indiretamente desde companhias petrolíferas até times de futebol. Seu farto bigode não é visto em público há anos.

Com Gisele, até a pé nós iremos

Ela bate um bolão, não há dúvida. Resta saber se o torcedor do Grêmio vai se comover com o apelo da modelo mais festejada do planeta comparecer aos estádios para acompanhar seu time na segunda divisão do Brasileiro 2005.

Entrando ou não em campo, ao topar fazer de graça campanha de marketing para o tricolor gaúcho, Gisele Bündchen dá uma contribuição e tanto: o cachê da garota- propaganda da operadora de celular Vivo gira em torno de US$ 5 milhões/ano.

Caixa fortalece marketing

Na corrida para reforçar sua marca, a Caixa Econômica Federal elevou em 31,5% sua verba de marketing esportivo para este ano. Serão R$ 25 milhões, contra R$ 19 milhões em 2004. Os números abrangem o atletismoe as modalidades paraolímpicas. A temporada de atletismo começa neste fim de semana com a Copa Brasil Caixa de Cross Country, em Campos do Jordão (SP).

Acréscimos

  • A ESPN virou uma mina de ouro para a Walt Disney Co. A Electronic Arts Inc. pagará mais de US$ 850 milhões para explorar, durante os próximos 15 anos, a venda de videogames inspirados nos eventos esportivos cobertos pela rede. O acordo inclui até jogos via celular.

  • O Aberto da Austrália foi uma sacada e tanto para a rede de TV local Seven Network. O evento rendeu até 46,6% de audiência, o equivalente a 3,3 milhões de telespectadores. Isso para um torneio de tênis, esporte que não é propriamente popular. Ponto para os patrocinadores que apostaram pesado, como American Express, Reebok e L’Oreal.

  • A temporada de hóquei nos EUA corre perigo. A Liga Nacional (NHL) alega perdas de US$ 500 milhões desde 2002 e quer limitar salários. Os jogadores nem querem conversa.


  • Aumentar letras Versão para imprimir Diminuir letras Enviar matéria

    [29/JAN/2005]


       Home > Colunas > No campo dos negócios


    Tempo Real | Brasil | Economia | Esportes | Rio | Internacional | Colunas
    Internet | Caderno B | JB Barra | Domingo | Programa | Musicalidade | Viagem
    Acelera | Idéias | Horóscopo | Especiais | Opinião | Editorial | Charge | Cartas