Está cada vez mais mal contada a história da parceria entre Media Sports Investments (MSI) e Corinthians. Ninguém viu - nem o Banco Central - os US$ 22,6 milhões pagos pelo passe do argentino Tevez. A MSI é gerida por um fundo nas Ilhas Virgens Britânicas, notório paraíso fiscal. Seu maior acionista é o poderoso chefão Badri Patarkatsishvili, da antiga república soviética da Geórgia.
Ex-executivo da TV-6, principal emissora privada russa, o magnata foi acusado de planejar a fuga da prisão de um ex-dirigente da companhia aérea estatal Aeroflot investigado por fraude. Meteu-se em privatizações suspeitas e hoje controla indiretamente desde companhias petrolíferas até times de futebol. Seu farto bigode não é visto em público há anos.
Com Gisele, até a pé nós iremos
Ela bate um bolão, não há
dúvida. Resta saber se o torcedor
do Grêmio vai se comover
com o apelo da modelo
mais festejada do planeta
comparecer aos estádios
para acompanhar seu time
na segunda divisão do Brasileiro
2005.
Entrando ou não em campo,
ao topar fazer de graça
campanha de marketing para
o tricolor gaúcho, Gisele
Bündchen dá uma contribuição
e tanto: o cachê da garota-
propaganda da operadora
de celular Vivo gira em
torno de US$ 5 milhões/ano.
Caixa fortalece
marketing
Na corrida para reforçar
sua marca, a Caixa Econômica
Federal elevou em
31,5% sua verba de marketing
esportivo para este ano.
Serão R$ 25 milhões, contra
R$ 19 milhões em 2004. Os
números abrangem o atletismoe
as modalidades paraolímpicas.
A temporada de atletismo
começa neste fim
de semana com a Copa Brasil
Caixa de Cross Country,
em Campos do Jordão (SP).
Acréscimos
A ESPN virou uma mina
de ouro para a Walt Disney
Co. A Electronic Arts Inc.
pagará mais de US$ 850
milhões para explorar,
durante os próximos 15
anos, a venda de
videogames inspirados nos
eventos esportivos cobertos
pela rede. O acordo inclui
até jogos via celular.
O Aberto da Austrália foi
uma sacada e tanto para a
rede de TV local Seven
Network. O evento rendeu
até 46,6% de audiência, o
equivalente a 3,3 milhões de
telespectadores. Isso para
um torneio de tênis, esporte
que não é propriamente
popular. Ponto para os
patrocinadores que
apostaram pesado, como
American Express, Reebok
e L’Oreal.
A temporada de hóquei
nos EUA corre perigo. A
Liga Nacional (NHL) alega
perdas de US$ 500 milhões
desde 2002 e quer limitar
salários. Os jogadores nem
querem conversa.