Dona Solange, do mulherio que disputa o governo do Rio, apregoa, como fundamento para combater a violência: ''O Centro do Rio será área de transigência zero no combate à criminalidade''.
Transigência zero, saiba o esclarecido eleitorado, é intransigência cem.
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E a segunda fachada? Quando alguém ressuscitará essa idéia que não custa nada? A de os arquitetos cuidarem também, em seus projetos, da parte estética dos telhados? Depois que os edifícios começaram a ficar mais altos, quem mora no terceiro andar vê a feiúra dos tetos de edifícios de dois andares, os que moram no quarto andar vêem o mesmo dos edifícios de três e dois andares, e quem mora no décimo andar vê aquele montão de sujeiras abaixo dele. Estou vendo daqui do meu oitavo andar o vasto telhado do mercado Zona Sul (todos dizem que é o melhor mercado da zona sul, não sei, nunca entrei, Deus me poupou a adesão à sociedade de consumo). Quando foi inaugurado esse mercado, enviei um bilhete ao gerente sugerindo pintar o telhado. Ficaria muito mais bonito e, nada desprezível nesta época que faz marketing até de intimidades conjugais, seria grande publicidade.
O telhado está lá, sujo e feio como quando foi inaugurado.
Como são sujos e feios os nossos telhados não coberturas.
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Noutro dia escrevi suelto, pequeno artigo editorial de jornal, pensando até que a palavra não se usasse mais. Muitas pessoas, isto é, duas, me perguntaram o que era aquilo. Aquilo continua a ser usado nos jornais e com o mesmo sentido. Vem do espanhol, escrito assim mesmo, acho eu. Solto. Também se chama vária. As Várias, do bravo Correio da Manhã, eram famosas e respeitadas porque, diziam, derrubavam impérios (ministérios, pelo menos).
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Cidade de Deus. Simplesmente extraordinário.