E-mails e telefones
Shopping JB Online
Home
Tempo Real

Colunistas
Tostão
Dia de ver Robinho

Informe JB
Um Garotinho no caminho tucano

Cartas
Henrique Meirelles

Horóscopo

Contos Mínimos
Gestos

Heloisa Tolipan
Brincadeira adulta

Charge Online

Marcia Peltier
Cartas na mesa

Emir Sader
Para um mundo multipolar

Augusto Nunes
Passaporte para o portunhol

Informe Econômico
O Cade e a guerra das mineradoras

Boechat
Tchau! Tchau!

Estilo Iesa
Questão de identidade

Fernandão
Nalbert ''Serei melhor ainda na praia''

Antonia
Talentoso artista nato

1001 Polegadas
Cicarelli e o 'Beija sapo'

Domingo Listas
Dez manias esquisitas dos jogadores de tênis

Ui!
Tal qual

Maria Pia In
Elegância masculina

Direito e Justiça
Não há limite de idade para assinar escritura de venda

Massimo Manzolillo
De anjos e agulhas

 


O Cade e a guerra das mineradoras


A Companhia Vale do Rio Doce enfrentará uma semana decisiva, com audiência marcada no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para avaliar parecer da Secretaria de Direito Econômico (SDE) que aponta excesso de concentração no setor de mineração. Ex-secretário de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda e professor do Ibmec e da Universidade Federal Fluminense, Claudio Considera acredita que a empresa deverá ser alvo de restrições. Nos últimos anos, a Vale adquiriu uma série de mineradoras, como Samitri e Ferteco, arrebatando nada menos que 18 minas. A SDE (do Ministério da Justiça) e a Seae recomendaram a venda de parte destes ativos, o que a Vale rejeita, alegando que seus concorrentes internacionais seriam excessivamente beneficiados.

- As mineradoras haviam acusado a Vale de práticas monopolistas na Ferrovia Vitória-Minas. Como o processo demorou, a Vale comprou as empresas e se viu na curiosa situação de ser processada por ela mesma - lembra Considera.

A disputa tem como pano de fundo a acelerada expansão da Vale, maior exportadora do país, em termos líquidos, e terceira mineradora do planeta. Seu papel na recuperação das ferrovias nacionais, pós-privatização, foi decisivo. Este ano, pela primeira vez na história, a companhia ditou reajustes de preços internacionais. Agora, é acusada de ter crescido demais. Qualquer que seja a decisão do Cade, determinará os rumos do setor de mineração. Com reflexos em toda a cadeia produtiva, da siderurgia à indústria automobilística.

ConsideraFreguês arredio

Em meio ao debate sobre juros, o presidente da Nossa Caixa, Carlos Eduardo Monteiro, lamenta que a diferença entre as taxas cobradas pelos bancos não faça os clientes levantarem o traseiro da cadeira para trocar de banco. Mês a mês, a pesquisa do Procon-SP vem mostrando que a instituição estatal/estadual tem os custos mais baixos nas linhas de cheque especial e crédito pessoal. Diz Monteiro: ''Apesar de toda a divulgação, nossa base de clientes não está aumentando por causa disso''.

O novo CMN

Apesar da resistência da equipe econômica, amplia-se o debate sobre o aumento do número de membros do Conselho Monetário Nacional. Proposta oriunda do grupo de trabalho formado no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) será apresentada ao presidente Lula na semana que vem. O CMN é hoje composto por três membros: ministros da Fazenda, Planejamento e presidente do Banco Central. Pela proposta, o total de integrantes subiria para nove, incluindo representantes de centrais sindicais, Fiesp, CNI e Febraban.

Votorantim no varejo

O Banco Votorantim, que nasceu e cresceu no segmento corporativo, volta-se para o varejo. Nos próximos dias, estréia no crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS. O banco já oferece empréstimo com desconto em folha a funcionários de empresas privadas e servidores. ''Nossa carteira ainda é pequena, mas a expectativa é grande'', diz o vice-presidente Wilson Masao Kuzuhara. O piloto da campanha publicitária já pode ser visto nas telinhas da TV em Caxias do Sul (RS) e Uberlândia (MG).

Gula fiscal

A Alemanha rescindiu acordo que mantinha com o Brasil para evitar a dupla tributação internacional da renda em operações e investimentos entre os dois países. Os alemães cansaram da insistência brasileira em manter as regras rígidas de margem fixa de lucros para preços de transferência. ''O Brasil é o único país que adota esse procedimento, o que causa espanto aos investidores estrangeiros'', critica Diogo Ruiz, sócio da KPMG.

Linha de Frente

  • O Bradesco pode ter superado o Itaú em termos de lucro líquido no primeiro trimestre, mas perde na rentabilidade sobre o patrimônio líquido: 31,2% contra 29,2%. Os três maiores bancos privados (Unibanco incluído) lucraram 56% mais no período. A única receita que encolheu (1,1%) foi a de seguros, capitalização e previdência. O levantamento é do analista Gustavo Pedreira, da ABM Risk.

  • O braço chileno do Grupo Gerdau divulga, na próxima terça-feira, investimentos na expansão de suas operações na unidade de Colina, nos arredores de Santiago.

  • O arquiteto Oscar Niemeyer terá escultura em Paris. É parte das comemorações do ano do Brasil na França. O grupo supermercadista Carrefour co-patrocina o projeto, que será anunciado amanhã.


  • Aumentar letras Versão para imprimir Diminuir letras Enviar matéria

    [15/MAI/2005]


       Home > Colunas > Informe Econômico


    Tempo Real | Brasil | Economia | Esportes | Rio | Internacional | Colunas
    Internet | Caderno B | JB Barra | Domingo | Programa | Musicalidade | Viagem
    Acelera | Idéias | Horóscopo | Especiais | Opinião | Editorial | Charge | Cartas