E-mails e telefones
Shopping JB Online
Home
Tempo Real

Colunistas
Villas-Bôas Corrêa
Falência programada

Informe JB
Grupo de Greenhalgh otimista

Cartas
Abandono cultural

Horóscopo

Supersônicas
Ike & Tina incendeiam

Gente
Salada mista

Charge Online

Marcia Peltier
Preço camarada

Leonardo Boff
Violência sem fim

Informe Econômico
Prévias de inflação reforçam aposta para Selic

Boechat
Ricos

Gilberto Amaral
Garoto esperto

Maria Lucia Dahl
Um verdadeiro gato de programa

Fernandão
Começo quente na praia

Hildegard Angel

Tudo de bom
Seguidores de Atkins

HQ
Traços do genocídio

 


Prévias de inflação reforçam aposta para Selic


SILVIA ARAÚJO

As primeiras prévias da inflação de fevereiro devem reforçar as apostas do mercado em relação à política monetária de curto prazo. Para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os analistas esperam um movimento de desaceleração dos grupos alimentação, vestuário e educação.

No caso de educação, a maior parte da pressão sazonal já ocorreu em janeiro, com as matriculas escolares. Assim, o arrefecimento desses grupos pode compensar o avanço que deve ser observado no setor de transportes. Para essa primeira medição, as estimativas apontam para alta ao redor de 0,50% para o IPC-Fipe, contra 0,68% em igual período de janeiro.

O mercado também acompanha a primeira prévia de fevereiro do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) que deve contabilizar mais uma vez a perda de força dos preços no atacado. Alguns analistas acreditam que essa medição pode mostrar inflação próxima de 0,10%.

O arrefecimento esperado para os indicadores não deve interferir na percepção do mercado de que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai promover novo ajuste para a Selic, na próxima semana. O mais recente relatório elaborado pelo BC, a partir da coleta de informações junto a instituições financeiras, revela que, na média, os analistas esperam novo aumento de 0,50 ponto para o juro básico. O contrato de juros de março - que sinaliza as apostas para a taxa básica no último dia útil de fevereiro, fechou a 18,51%.

Câmbio

A exemplo do que ocorreu na primeira operação com os contratos de swap de câmbio, logo após o leilão, o movimento de alta da cotação do dólar começou a arrefecer e o BC aproveitou para comprar moeda no mercado à vista para as reservas internacionais. Para alguns analistas, a tendência de queda do dólar não deve ser revertida no curto prazo em razão do fluxo comercial e das captações. A mais recente é a do ABN Amro, de R$ 100 milhões com prazo de cinco anos.

Apetite

Os analistas observam que o atual patamar do juro doméstico - 18,25% ao ano, com tendência de alta - alimenta o apetite dos estrangeiros pelas captações em reais. Neste ano, Unibanco e ABN já captaram no exterior em moeda brasileira. Esse apetite também se reflete no C-Bond, principal título da dívida externa brasileira, que já bateu novos recordes de cotação e se aproxima dos históricos 104% do seu valor de face.

Lei de Falências

Para o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), a sanção presidencial e a conseqüente entrada em vigor da nova Lei de Recuperação de Empresas farão com que os bancos possam finalmente reduzir os juros. A expectativa está baseada em opiniões colhidas junto à parte dos 1.100 profissionais, entre presidentes, diretores e gerentes da área de finanças de empresas nacionais e multinacionais, além de bancos, que fazem parte do Instituto.

Concordo plenamente

O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Armando Monteiro Neto, disse que a nova Lei é um marco importante dentro da agenda de reformas do país. ''Esperamos que, além de outros resultados, ela possa contribuir para a redução do spread no Brasil, já que os credores bancários passam agora a ter um tratamento diferenciado e mais equânime'', declara.

Mais capital

Walter Machado de Barros, presidente do Ibef-SP diz que a entrada em vigor da nova Lei é mais um fator que favorece o aporte, no Brasil, do capital de longo prazo. ''O governo federal está deixando mais claro que assumiu uma atitude pró-capital privado, demonstrada através de ações concretas como a aprovação dessa lei'', afirma. ''O capital de risco, de investimento no longo prazo, que realmente contempla o setor produtivo, estava aguardando cabais demonstrações de que o governo gera confiança jurisdicional de forma perene'', resume.


Aumentar letras Versão para imprimir Diminuir letras Enviar matéria

[11/FEV/2005]


   Home > Colunas > Informe Econômico


Tempo Real | Brasil | Economia | Esportes | Rio | Internacional | Colunas
Internet | Caderno B | JB Barra | Domingo | Programa | Musicalidade | Viagem
Acelera | Idéias | Horóscopo | Especiais | Opinião | Editorial | Charge | Cartas