E-mails e telefones
Shopping JB Online
Home
Tempo Real

Colunistas
Armando Nogueira
O Real e a Seleção

Coisas da Política
Minoria de pesos pesados

Tostão
Retrato da decadência

Wilson Figueiredo
Democracia aos trambolhões

Informe JB
Assinatura virtual

Cartas
Transgênicos

Horóscopo

Contos Mínimos
Vidros escuros

Gente
Vera, a gata

Charge Online

Márcia Peltier
Garoto-propaganda

Emir Sader
Said, um palestino do mundo

Fritz Utzeri
O PT que elegemos foi para a Argentina

Augusto Nunes
E assim já se foram nove meses

Nas Páginas da História
28 de setembro no JB

Informe Econômico
Queixa na matriz

Boechat
Dano moral

Geração
Fulano de tal

Gilberto Amaral
Sarah Export

Estilo Iesa
As mesas da moda

Paulo Blank
Arquitetura do Tempo

Hildegard Angel
Espelho, espelho meu, existe moda mais linda que a do Rio?



Queixa na matriz


A SEC americana é o modelo que inspirou a CVM. Seus poderes de xerife do mercado de capitais, por lá, são maiores e usados com mais agilidade. Essa constatação é que mantém a esperança de um grupo de fundos de pensão e administradores de recursos em assegurar bases mais equânimes na troca de ações da Tele Centro Oeste Celular (TCO) pelas da Telesp Celular.

O parecer da CVM, presidida por Leonardo Cantidiano, será divulgado depois de amanhã. Os dirigentes dos fundos promotores do recurso, contudo, já admitem a derrota.

A saída, já que o negócio interfere nos ADRs, é recorrer à SEC. Última esperança para evitar que o preço sugerido pela Portugal Telecom (R$ 5,61 por lote de mil ações), um terço do pago aos controladores, balize o negócio e traga prejuízos aos minoritários.

Reza para São Pedro

A suspensão de investimentos privados em hidrelétricas e termelétricas ressuscitou o espectro do racionamento. Nem a marcha lenta da economia nos últimos três anos, nem os novos hábitos dos consumidores. Só um regime hidrológico extremamente favorável afasta de vez a sombra do apagão em 2006.

Remate de males

O mercado espera para esta semana a decisão da CVM quanto ao tratamento que será dado à Deloitte no rodízio de auditores, que entra em vigor em maio do ano que vem. Espera-se que, até por coerência, a Comissão determine que a Deloitte também tenha de fazer um rodízio completo, incluindo os clientes que recebeu ao assumir o ''espólio'' da Arthur Andersen, ano passado.

Blend mais-que-perfeito

O óleo saudita é leve, o da Bacia de Campos é pesado. A Ipiranga tem a segunda maior rede de distribuição do país. A Saudi Aramco quer uma presença vertical no Brasil, do poço ao posto. A Petrobras de José Eduardo Dutra só aceita investir em refino com parceiros fortes, e quer voltar a crescer na petroquímica.

Tudo somado, dá na ponte entre o Oriente Médio e o Nordeste para a refinaria. No Ceará.

Cara nova nos seguros

O IRB autorizou a operação no Brasil da Acordia-Re - a sexta maior corretora de seguros do mundo, que acaba de formar parceria com a brasileira Assurê, uma das líderes do mercado nacional.

A Acordia é uma subsidiária da Wells Fargo & Company, uma companhia de serviços financeiros diversificados, com ativos superiores a US$ 370 bilhões. No ano passado, a corretora faturou, em comissões, US$ 750 milhões, atuando no seguro e resseguro.

Pelo acostamento

O montante em atraso por obras do ano passado chega a R$ 350 milhões, com promessa de pagamento até dezembro. O ritmo de desembolso de despesas para obras novas, contudo, põe grande parte dos empreiteiros em dúvida sobre o compromisso envolvendo os atrasados.

A pressão do PL sobre o ministro dos Transportes, Anderson Adauto, reflete isso.

Água na boca

Os juros sobre capital próprio, de R$ 0,55 por ação, foram um modesto aperitivo. Os dividendos da Telemar operacional (Temar) vêm com todo jeito de banquete.

Preparando a decolagem

A sobra de recursos do BNDES é momentânea, e será revertida logo que a economia voltar a aquecer-se, estimulando investimentos privados.

Soa otimista, talvez, mas é uma convicção crescente entre os técnicos do banco.

Contribuindo, assim, para acelerar os planos de venda da carteira de ações mais maduras e líquidas da BNDESPar.

O valor estimado das aplicações, da ordem de US$ 6 bilhões em blue-chips como Vale, Telemar e Petrobras, impõe o máximo de cautela à equipe de Carlos Lessa. E sigilo.

No compasso da nova casa

A Caemi adotará uma política de informação a acionistas e de distribuição de dividendos semelhante à da Vale do Rio Doce, que partilha seu controle com a Mitsui Trading. Como já fizeram Samarco e CST.

Com Carla Falcão


[28/SET/2003]


   Home > Colunas > Informe Econômico

Tempo Real | Brasil | Economia | Esportes | Rio | Internacional | Colunas
Internet | Caderno B | Domingo | Programa | Musicalidade | Viagem | Acelera
Idéias | Horóscopo | Especiais | Opinião | Editorial | Charge | Cartas




Aumentar letrasDiminuir letrasVersão para imprimirEnviar matéria

Promoções

Serviços




Área do leitor



Assinaturas


Rio:
(21) 2323-1000

Demais estados:
0800-707-2000

Horário de atendimento:

• Segunda à sexta-feira de 6h30 às 18h

• Sábados, domingos e feriados de 7h às 14h