Titia
Rita (a Lee) está de volta para o deleite dos sobrinhos órfãos do bom e velho
rock'n'roll. A cantora está no maior gás para pôr o pé na estrada em turnê de lançamento de seu novo CD,
Balacobaco. Para o trabalho, o clã Lee foi convocado.
Roberto Carvalho, o maridão de Rita, assinou a produção musical.
Beto Lee toca guitarra na faixa
Amor e sexo, parceria de Rita, Roberto e
Arnaldo Jabor.
Tui Lee ficou encarregado dos efeitos de
Nave Terra e
João Lee teve a incumbência de programar bateria, piano elétrico, teclados e sintetizadores, ao lado de
Alexandre Reis e
André Torquato. Tudo em família.
Balacobaco foi produzido de forma independente e será lançado pela Som Livre, no fim do mês. ''Nunca fui deslumbrada com multinacionais. Nada como uma carta de alforria assinada por mim mesma'', ironiza Rita.
Guinada
Depois de 10 anos morando na França - período em que esteve casada com o barão Anne-François D'Etigny e deu à luz três filhos, Francisca, Joachim e Gwenola -, Andréa Fasanello (ver entrevista abaixo) teve o insight de voltar ao Brasil e mudar a vida em 180 graus. Filha do famoso designer Ricardo Fasanello (1930-1993), hoje ela toca em parceria com a mãe, Olívia, o atelier herdado do pai e conhecido mundialmente.
Dança globalizada
Diretor artístico e coreógrafo do Ballet de Frankfurt, William Forsythe aceitou o convite de Richard Cragun para assumir o cargo de Conselheiro Artístico do DeAnima Ballet Contemporâneo. Os cariocas vão conferir o resultado da parceria no mês que vem, com o espetáculo Urlicht. O DeAnima, fundado em 2001 pelo americano Cragun e pelo carioca Roberto de Oliveira, atua em duas pontas: a companhia de balé e o Programa Social DeAnima, um curso profissionalizante para jovens de baixa renda.
'Look' quente
Realizado em um estacionamento subterrâneo no centro da cidade de Milão, o desfile do estilista brasileiro Fause Haten bombou a semana de moda. Na primeira fila, o presidente da Câmara Nazionale della Moda Italiana, Mario Boselli, o jogador Leonardo, o cônsul do Brasil em Milão, Jorge Ramos, a editora da Vogue Itália, Anna Piaggi, Costanza e Gabriela Pascolato. Foi um luxo!
Fashion
Pois não é que o ator italiano Nicola Siri - o padre Pedro da novela Mulheres apaixonadas - foi escolhido personalidade da marca Ermenegildo Zegna no Brasil? Em suas andanças, agora, ele vai deixar de lado o vizoo despojado e adotar um estilo chiquérrimo.
Emoções digitais
A cantora Ana Carolina calça as sandálias da humildade e mostra a sua relação de fã com os ídolos Chico Buarque, Maria Bethânia e João Bosco no DVD Estampado. O videodisco, com vários trechos filmados em película, traz também o making of da produção do CD e imagens do encontro de Ana com o Seu Jorge. A partir de uma conversa na entrega do Prêmio Multishow, eles combinaram de compor uma música juntos, mas a parceria resultou em duas: Beat da beata - que aborda a liberação sexual e termina com a pergunta: ''Por que não um negro e uma ruiva?'' - e Não fale desse jeito. O DVD será lançado dia 20 no Espaço Leblon de Cinema.
À italiana
O ator Ciro Barcellos partiu rumo à Itália, quinta-feira passada. A convite da Secretaria de Cultura de Assis, ele foi assumir a direção artística do Lirick Theatre. Lá, aproveitará para discutir a possibilidade de levar o musical Francisco de Assis para mais uma temporada no Lyrick.
DNA artístico
O teatro está no sangue desta família. Sobrinha de Maria Clara Machado, a diretora Cacá Mourthé vai trabalhar pela primeira vez fora do Tablado com o filho, Pedro Kosovski, 20 anos. Pedro começou a carreira aos 6 anos, atuando no Peter Pan de Sura Berditchevski e em outras peças sob a direção da mãe. Novamente, sob a batuta de Cacá, Pedro estará nas quatro récitas de Brincando de orquestra, a partir de domingo, no Teatro Carlos Gomes, no Centro.
Na ponta da língua - Andrea Fasanello
- Como foi a vida profissional na França?
- Em Paris trabalhei com o papa da art déco, o arquiteto e colecionador Yves Gastou. Depois ajudei Ana Luísa Pessoa de Queiroz a montar a Casa Caiada de Paris. Desenhávamos coleções de linge de maison e tecidos de decoração que eram bordados à mão no Recife. Um trabalho impecável. Participamos de quase todos os Salões de Decoração da Europa.
- E a redescoberta do trabalho de seu pai?
- Chegou um momento em que o mundo da decô se voltou novamente para os anos 70. O retrô estava com tudo, exatamente como havia previsto um grande amigo, designer e fotógrafo francês Willy Rizzo. Ele disse: 'este é o momento de botar pra quebrar com os móveis do teu pai'. Móveis que tinham sido desenhados nos anos 60/70, mas que eram de extrema modernidade.
- E desde a morte de seu pai como ficou o atelier?
- O Atelier, na realidade, nunca fechou as portas. Minha irmã, Marina, e minha mãe cuidavam da produção e nunca deixaram de vender. Foi a queda brutal do real que nos deu um impulso importante, porque as lojas de decoração não podiam mais comprar as peças importadas e tiveram que se voltar para as nacionais. Hoje, o mercado é muito mais nacionalista, mais seguro dos designers brasileiros, explora melhor nossas matérias-primas e nossa criatividade.
- Qual a sua impressão sobre design no Brasil?
- O designer brasileiro é supercriativo, tem muita intuição, mas pouca convicção. E convicção, acho eu, vem com um mercado aquecido, vendas, projetos, feiras de design, intercâmbio... essas coisas ''civilizadas''. Hoje, o produto brasileiro é bem visto no mundo. Os móveis do papai estão sendo vendidos em Nova York. Estive recentemente em Londres com Peter e Charlotte Fiell, os autores de 1.000 Chairs e vários outros livros da Taschen, uma das mais importantes editoras de design, decoração e arte. Eles escrevem um novo livro e querem incluir brasileiros.
- Qual o próximo investimento?
- Estou começando um projeto social com o Gringo Cardia, paralelo à Escola Fábrica de Espetáculos-Spectaculu, no qual vamos tentar, com jovens de comunidades carentes, dar um pulo do artesanato direto para o design.
A revista americana
People garante: atriz australiana
Nicole Kidman agora divide o mesmo teto com o cantor
Lenny Kravitz.
Catherine Zeta-Jones foi gozada pelo humorista
Jay Leno durante um leilão de caridade, na semana passada, por oferecer US$ 25 pelo autógrafo de
Paul McCartney.
Com Vagner Fernandes e Carlos Henrique Braz