Papa Bento XVI
Ouviu-se dizer do alemão Joseph Ratzinger que sua eleição como papa, agora confirmada, representaria, no mínimo, a manutenção da linha dogmática fundamentalista de João Paulo II, mas que seria possível até que o agora papa Bento XVI viesse a aprofundá-la. Como cristão e católico afastado da igreja, tentarei manter a fé no Pai Eterno para que ilumine o novo papa para que ele avalie o que realmente de bom para a humanidade tem resultado das ações da Igreja Católica até aqui. Eduardo Guimarães, São Paulo
Lamentável algumas reações à eleição do papa Bento XVI veiculadas pela imprensa. Lamentável a postura da imprensa de um modo geral. Em um momento tão importante para a Igreja Católica e para os católicos praticantes, a tentativa de construção de uma imagem negativa do papa chega a ser insultuosa.
Tania Mazzillo, Rio de Janeiro
Foi uma grande escolha dos nossos cardeais! Realmente o Espírito Santo sempre ouve nossas orações. Grande teólogo e defensor da verdade, ele será um sinal de Cristo para toda a humanidade.
Ana Cecília de Campos Sampaio, São Paulo
Villas-Bôas
O jornalista Villas-Boas continua como aqueles velhos vinhos franceses, naquelas adegas da Borganha: cada vez melhor. Parabéns pelas duas últimas colunas no JB. Bonfim Salgado, Macapá
Aumento
Como cidadã, pensionista militar, educada, agradeço a intenção carinhosa com que o meu presidente vai tratar do meu aumento. Mas dispenso, pois gostaria da certeza, da objetividade e da honestidade em dar o meu aumento. Ou melhor ainda, dar o aumento que o povo brasileiro merece e tem direito.
Teresa Abreu de Almeida, Rio de Janeiro
Perdão
Na viagem à África, Lula pediu corretamente desculpas pelos sofrimentos causados pela escravidão. O Brasil, mesmo após a Independência de Portugal em 1822, ficou por quase meio século traficando escravos africanos. Devemos lembrar também que o Brasil foi o último país ocidental a acabar com a escravidão. Eric Andersen, Rio de Janeiro
'Coisas da Política'
Parabéns ao jornalista Augusto Nunes pelo artigo ''Severino não tem nada de engraçado'' (Coisas da Política, 19/4, pág. A2), no qual expressa, acho eu, o que nós brasileiros estamos sentindo em relação aos políticos em sua grande maioria.
José Mauricio Franco Rosa, Rio de Janeiro
Impressionante a agudeza da reflexão do jornalista Mauro Santayana na coluna Coisas da Política (A conspiração da tolerância, ontem, pág. A2), quando fala na conspiração da tolerância governamental sobre a ética na gestão pública. Mais claro impossível, o texto deveria ser lido por todo brasileiro. José de Anchieta Nobre de Almeida, Rio de Janeiro
Violência
E mais um episódio de ousados bandidos fortemente armados, na execução de dois homens que estavam sob custódia da polícia no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. Já está na hora de as autoridades pensarem na construção de um hospital de segurança máxima, somente para bandidos feridos em confronto e os presos de alta periculosidade que necessitarem de atendimento médico. Já não é a primeira vez que isso acontece e se continuar como está, pessoas de bem continuarão correndo risco de vida nos leitos, corredores e emergências destes hospitais. Deborah Farah, Rio de Janeiro
Renan Calheiros
O senador Renan Calheiros faz bem em combater as execráveis medidas provisórias. Exige que o Executivo respeite o Legislativo. Renan sabe que a tática palaciana é maldosa e infame. Com as MPs, o Executivo quer passar à opinião pública a falsa impressão que trabalha, ao contrário do Congresso.
Vicente Limongi Netto, Brasília
PT
A turma do PT deve dar muitas risadas das desculpas que eles jogam na imprensa, deve haver até uma disputa para saber quem consegue ser o maior cara-de-pau. O governo federal inchou a máquina pública e, mesmo assim, aumentou em 50% os serviços terceirizados. Questionado, José Genoino disse que a culpa e da terceirização de FHC. Abel Pires Rodrigues, Rio de Janeiro
Romero Jucá
O presidente Lula, referindo-se às acusações ao senador Romero Jucá, disse que não pode demitir com base em manchete de jornais. É grave e ofensivo à imprensa séria que merece credibilidade. Esta questão do senador, se o presidente e o governo fossem sérios, pediriam para ver se realmente as fazendas dadas em garantia do empréstimo bancário eram fantasmas. Se fossem, demissão sumária. Como é que alguém dá uma garantia que não existe? E sendo um homem do governo? Onde está a moral deste governo? Panayotis Poulis, Rio de Janeiro
Assembléia
Quando, até mesmo diante de provas irrefutáveis, claras, objetivas e definitivas de delitos cometidos contra os interesses e a moralidade do país, a Assembléia acha-se no direito de rasgar tudo e declarar seus comparsas inocentes, devolvendo-lhes a cadeira e o poder para que continuem a delinqüir, sinto-me com pleno direito de considerar todos os deputados sócios na desonestidade. Todos, sem exceção, estão sob suspeita.
Jocimar Frederici Canto, Rio de Janeiro
Correção
O Jornal do Brasil errou ao publicar na edição de ontem informação, distribuída pela Agência France Presse, segundo a qual o teólogo Leonardo Boff tem um filho. Boff não tem filho. É padrasto de seis crianças.
[21/ABR/2005]
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