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113 anos do JB


Recebam os nossos parabéns pelos 113 anos do Jornal do Brasil. Com votos de contínuo sucesso, felicitamos este jornal pelo grande serviço que ao longo de tantas décadas vem prestando ao Brasil.
Myrian Dauelsberg e Steffen Dauelsberg, Rio de Janeiro

O JB tem todos os motivos possíveis a serem comemorados, continua um sucesso.
Pedro Paranaguá, Rio de Janeiro

O JB é minha referência de jornalismo sério, nunca abusou de seu poder para expor as pessoas indevidamente, é o jornal que eu leio e em que acredito.
Lígia Azevedo, Rio de Janeiro

O JB é símbolo de ética, transparência e serviços prestados à sociedade, e vive um ótimo momento.
Horacio Forjaz, Rio de Janeiro

Gostaria de parabenizar os responsáveis pela série de matérias especiais sobre a história do JB. Sou estudante de Jornalismo e minha monografia de fim de curso é sobre a reforma gráfica do JB. As reportagens, informativas e com fotos de época, são muito úteis ao meu trabalho.
Beatriz Caillaux, Rio de Janeiro

Estado de Direito

Vivemos uma época de contradições, de um lado, o Estado de Direito, com liberdade e outras facilidades conquistadas com o fim da ditadura; de outro, o tráfico, o MST, os garimpeiros, os camelôs dos grandes centros. O MST e os garimpeiros acham que têm direito de invadir a propriedade, a casa do cidadão comum. Tenho de concordar com o presidente da Funai - os índios defenderam o seu lar, a sua casa, o inviolável domicílio. Foi à bala. Mas fazer o quê? Os diamantes e as terras não são dos garimpeiros. Têm dono: o índio. E o direito do outro, onde fica? Assegurar o errado é meio estranho. Imagino que os índios já tivessem feito algum tipo de negociação. Ninguém, nem mesmo o índio, parte para a agressão sem antes ter tentado a negociação. Mas garimpeiros e desordeiros do MST acham que só eles têm direitos, os outros não. Cadê o direito do índio ou do proprietário da terra? A reserva existe. Precisamos lembrar que estamos no século 21 e os índios estavam aqui muito antes da chegada do português. Nesses 500 anos, só temos dizimado nossas populações indígenas; violado seus direitos, além de ter feito deles escravos. Quando o Estado de Direito será retomado? Quando as pessoas que incitam a desordem vão ser punidas? Quando chegaremos realmente ao século 21? Quando passaremos a ver o direito dos diferentes como um direito assegurado? Quando passaremos a respeitar o que está na nossa Constituição? Ficar nesta insegurança não dá.
Hilda L. C. de Azevedo-Soares, Rio de Janeiro

Pódio

Venho, em meu nome e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), elogiar o editorial No Rumo do Pódio (19/4), onde o Jornal do Brasil enumera algumas das conquistas mais recentes do esporte brasileiro, sem deixar de destacar o trabalho realizado por trás desses resultados. Assim como está assinalado no editorial, o COB acredita que o desempenho de nossas equipes não é fruto do acaso, e, sim, de trabalho contínuo e planejado. Trabalho este, fundamental para a organização dos Jogos Pan-Americanos (Rio 2007) e para a candidatura do Rio aos Jogos Olímpicos de 2012.
Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, Rio de Janeiro

Opção

O meu jornal sempre foi O Globo. Arrisquei-me, algumas vezes, comprando O Dia e o JB, mas sempre retornando a O Globo. Porém, no sábado, 10, comprei o JB para conhecer a revista Vida e não me arrependi. Parabéns! Por enquanto, pelo menos aos sábados, o meu jornal será o JB.
Sandra Rosenfeld, Rio de Janeiro

Fuzil

Um verdadeiro tiro na mosca o artigo Fuzil apontado para nossa cabeça (19/4), de Marcus Barros Pinto. O jornalista acertou em cheio, quando narra o descalabro em que vivem centenas de milhares de brasileiros nas favelas da nossa ''Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil''. Enquanto o Rio se transforma numa cloaca a céu aberto e talvez na cidade mais perigosa do planeta, o Ministério do Planejamento informa que a sangria inexorável e contínua da corrupção descontrolada e sem freios, que impera no país, já rouba do povo R$ 181 bilhões anuais. Ou seja, 12% do nosso PIB desaparece no bolso dos corruptos nacionais, em detrimento do país e do povo necessitado! Ou bem os brasileiros acordam da passividade geral em que vivem, permitindo a uma classe de corruptos privilegiados de continuar a exercer o controle absoluto do destino do país, ou então o Brasil se tornará, em breve, uma imensa favela, com a metade da população vivendo no mais absoluto abandono e a outra metade dando pulos de gato para sobreviver. É este o Brasil que almejamos?
Walter S. Vieira, Ontário, Canadá

Creio que um dos principais objetivos do Estado, em seus níveis, municipal, estadual e federal, diante do flagelo das favelas, é reurbaniza-las. Aquele aglomerado imenso de casebres, becos e mais becos, onde mal passa uma pessoa, conforme narrado em Fuzil apontado para nossa cabeça (19/4). Projetar e construir, aliás, reconstruir, esses locais, vejo nisso todo o valor e a diferença. A quem interessa manter essas miseráveis aglomerações humanas?
David T. do Amaral, Santa Rosa (RS)

Num texto curto e direto, o artigo Fuzil apontado para nossa cabeça (19/4), conseguiu traduzir em palavras o pensamento de muitos cidadãos realmente preocupados com a situação de caos que impera na cidade, no Estado, no país. O que mais me preocupa não é o presente, pois, para mim, já está perdido, e, sim, o futuro. Se hoje, nada está sendo feito de concreto para resgatar essas pessoas, entregues à própria sorte, o que esperar do amanhã?
Luciano C. Vasconcellos, Rio de Janeiro

O artigo Fuzil apontado para nossa cabeça (19/4), define, de forma clara e inconteste, o momento em que vivemos. Quem visita uma favela não acredita ser possível que um ser humano seja tratado com total abandono. Cabe ao eleitor procurar votar buscando maior respeito pela cidadania.
José Artur Amorim, Rio de Janeiro

Excepcional, meticuloso e realista o artigo Fuzil apontado para nossa cabeça (19/4), um sofrido depoimento acerca da miséria cotidiana e do abandono das pessoas que vivem em favelas.
José Correia Ribeiro, Rio de Janeiro

Fraudes

Com relação à matéria Muita fraude, pouca punição (JB, 18/4), acerca dos desvios de verbas em grande número de cidades brasileiras, urge que o Brasil deixe de ser o país da impunidade. Infelizmente, tais atos geram o enriquecimento de poucos e o empobrecimento do país. Se nada for feito para frear essa calamidade, jamais deixaremos de ser um país em desenvolvimento.
Washington José Landin, Rio de Janeiro

Siafi

Muito boa a idéia do deputado Roberto Freire (PS-PE) de apresentar projeto de lei tornando o acesso ao Sistema de Controle Financeiro das Contas do Governo (Siafi) livre para qualquer brasileiro. Hoje, só deputados federais e senadores podem consultar os dados. É absurdo o cidadão ainda não ter o direito de saber como é gasto o dinheiro público. Mais absurdo ainda é o governo do PT não ter democratizado essas informações. Muito mais absurdo ainda é o governo do PT ter tentado impedir Roberto Freire de emprestar, ao deputado distrital Augusto Carvalho, sua senha de acesso ao sistema.
Anita Bevilaqua, Rio de Janeiro


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[21/ABR/2004]


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