Parabenizo o
Jornal do Brasil pela ótima iniciativa de
Olhares sobre 1964, ano de importância crucial para a nossa história. Gostaria, em especial, de parabenizar o deputado federal Jair Bolsonaro (PTB-RJ) por sua contribuição no Capítulo 5 -
Povo exigiu militares no poder; em particular, a passagem do nosso
primeiro-ministro, José Dirceu, relembrando parte de sua vida na Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), assim como os atos praticados por esta, mostrando-nos o que esses homens sérios e honestos (José Dirceu, Waldomiro Diniz e outros) são capazes de fazer. Muito obrigado pela leitura prazerosa que o
JB vem me proporcionando.
Heitor R. Ferreira, Rio de Janeiro, por e-mail
'Ministros'
Parabéns pelo texto do economista Ubiratan Iorio, no seu artigo Ministros sinistros (29/3). A tributação no Brasil é o grande escândalo. O resto é acessório.
Nivaldo Cordeiro, São Paulo, por e-mail
Como sempre, brilhantemente escrito o artigo de Ubiratan Iorio Ministros sinistros (29/3). Quando nossos políticos vão acordar para a realidade do dia-a-dia dos brasileiros, explorados por impostos extorsivos?
Ricardo A. N. Dornelles, Porto Alegre, por e-mail
Brilhante, como sempre, o artigo de Ubiratan Iorio, Ministros sinistros, de Ubiratan Iorio (JB, 29/3).
Claudio Tellez, Rio de Janeiro, por e-mail
Banco do Brasil
Desejo manifestar minha estranheza com o fato de os jornais não terem dado destaque a um assunto de extrema importância, que poderá colocar sob suspeita a diretoria do Banco do Brasil (BB). O Tribunal de Contas da União depois de examinar o balanço do BB, referente ao exercício de 2003, manifestou desejo de conhecê-lo mais detalhadamente, a fim de certificar-se de que não foi objeto de manobra contábil para aumentar artificialmente seu lucro, tendo por objetivo recompensar com polpudas gratificações sua diretoria.
Gilberto Job, Rio de Janeiro, por e-mail
Verbas e obras
Para erradicar uma favela em Cubatão (SP), o Ministério das Cidades revela que vai liberar R$ 2,6 milhões e a Prefeitura de Cubatão mais R$ 3,2 milhões, totalizando R$ 5,8 milhões para um projeto que prevê a construção de oito prédios e 160 apartamentos, além de um centro comunitário e uma creche. Em Santos (SP), já foram gastos mais de R$ 11 milhões na restauração do Teatro Coliseu, mas as obras, que já levam mais de 5 anos, não há meio de serem concluídas e ninguém ainda chamou a polícia.
Silvio de Barros Pinheiro, Santos (SP), por e-mail
Popularidade
Os índices de popularidade do governo e do presidente vêm caindo, visto as últimas pesquisas, tanto que me permiti fazer um retrospecto do que foi e do que está sendo o PT. O MST não parece ser mais seu aliado. Quem diria, Sarney como presidente do Senado, logo no governo do PT, partido que combateu tanto por seus princípios, quando oposição, agora não mede esforços para reelegê-lo. A continuar nessa marcha, sei não, é possível que os olhares de 1964, possam sugerir algo, para refrescar a memória do PT, para o bem da nação e do povo brasileiro. Como patriota o que posso dizer? ''A esperança é a última que morre, companheiros''; de outro modo, ''Só Jesus salva''.
Carlos Waldir B. Nascimento, Rio de Janeiro, por e-mail
'A República'
Cumprimento o jornalista Alberto Dines pelo artigo A República - de 1964 a 2004 (27/3). Sem paixões ou dialéticas ideológicas, faz breve, mas sensata avaliação do período 1964-2004. O tempo e o esfriamento das paixões envolvidas trarão luz a essa parte importante de nossa história recente.
Ingo Baims, Rio de Janeiro, por e-mail
Ortodoxia
''Conservadorismo, em que se tratando de Banco Central, não é insulto, é elogio'', diz Henrique Meirelles (JB, 28/3), presidente da instituição. Se tal é verdadeiro, segundo a ótica dos responsáveis pela condução da política monetária e econômica do país, então, lá vai outro elogio: é, entre outras coisas, puro servilismo em frente às ordens do famigerado FMI - valhacouto de parasitas - e ponta-de-lança do imperialismo, capitaneado pelos EUA, contra os vitais interesses, não só do sofrido e ludibriado povo brasileiro, como também de outros povos.
Giovanni Srocca Vieira, Rio de Janeiro, por e-mail
Peculiaridade
O Brasil é um país sui generis. Enquanto os aposentados foram tungados nos valores das suas aposentadorias, o governo não sabe quando irá ressarci-los, alegando falta de recursos, outra classe é beneficiada. Os baderneiros de setembro de 1961 a outubro de 1968, que sofreram algum revés, estão sendo transformados em heróis e convocados para receber indenizações. Dá pra entender?
Humberto Schuwartz Soares, Vila Velha (ES), por e-mail
Neoliberais
Em que pese reconhecer que o presidente Lula virou as costas para o passado, e seu governo ainda se encontra patinando por ter dado continuidade à política nefasta de Fernando Henrique Cardoso, subserviente ao FMI, não posso aceitar que um bando de hienas neoliberais, oportunistas, asseclas e caudatárias do (des) governo FHC, aproveitando-se da crise do escândalo do caso Waldomiro Diniz, venha, de maneira soez e irresponsável, acusar Lula de falta de autoridade. A propósito, quero dizer que a população brasileira já está estomagada com o Bloco Unidos de FHC, e clama por sangue novo na política brasileira, por homens épicos, homéricos, que, acima de tudo, honram os compromissos de campanha, a fim de tirar o país desse atoleiro, e colocá-lo na dimensão que todos nós, brasileiros, almejamos: com a criação de oportunidades de emprego, de saúde, educação, redução da criminalidade, de modo a dar um basta na prática de Bolsas-Esmolas, de olho nas eleições.
Vasco Vasconcellos, Rio de Janeiro, por e-mail
Chaga
É uma lástima que um país tão grande como o Brasil, com o qual a natureza foi tão generosa, existam quase 60 milhões de habitantes vivendo abaixo da linha de pobreza. É constrangedor para todos nós, principalmente para os nossos governantes, saber que cerca de um terço dos nossos conterrâneos têm, como maior aspiração de vida, o direito de ser alçados ao status de pobres, abandonando a classificação de miseráveis. Essa insustentável situação é a grande motivadora da desenfreada violência que povoa o nosso cotidiano. Ou se toma providências imediatas, ou brevemente estaremos condenados a viver em cidades fortificadas, tal com faziam os antigos senhores feudais.
Júlio Ferreira, Recife, por e-mail
Correção
No editorial Polícia/O Bom Combate (27/3), o nome do inspetor-geral da Secretaria de Segurança Pública é João Carlos Rodrigues Ferreira. José Roberto Pinto da Costa é o apelido de Capixaba. O Jornal do Brasil se desculpa pela menção errônea feita no editorial referido.