Desfrutando o belo relevo do Rio, li o novo
JB. O jornal está formidável, de agradável leitura, com vários assuntos, colunistas mordazes, sociais, enfim, cariocas. Muito bom o
layout das revistas. Gostaria de rever o
Caderno E- com a qualidade dos anos 70. Leitura mais profunda, em relação ao mundo e a assuntos nacionais. Artigos de reflexão e aprendizado para os jovens leitores, imparciais e independente do ''grupo da situação'' na política. Parabéns pelas mudanças e sucesso!
Carlos Alberto Guimarães, Rio de Janeiro, por e-mail
Violência oficial
Quando uma Secretaria de Segurança Pública estampa, em matéria publicitária, fotos de presos e mortos praticantes da violência marginal, sem dúvida, age de forma oficial e violenta. São expedientes pelos quais se procuram promover, de modo cretino, determinados personagens do seio político, servindo para estimular a nefasta violência policial que provoca mortes de detidos sob custódia do Estado. Deplorável, portanto, o desumano informe publicitário patrocinado pelo governo do Estado do Rio - ''Fora do jogo''.
Antonio Francisco da Silva, Rio de Janeiro, por e-mail
Jaboatão
É impressionante a desfaçatez da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, ao utilizar, em sua propaganda institucional, fartamente veiculada pela mídia, a informação de que a Organização das Nações Unidas (ONU) teria constatado oficialmente que aquele seria o município brasileiro que mais se desenvolveu nos últimos anos, e, entre todos os pesquisados, ofereceria as melhores condições de vida a seus moradores. Era só o que faltava! Se é que esta tal pesquisa existe, fica comprovado que a Prefeitura de Jaboatão conseguiu enganar a ONU, o que, aliás, não deve ser das tarefas mais difíceis, até porque depois que a ONU acreditou estarem os EUA declarando guerra ao Iraque por causa das armas de destruição em massa existentes naquele país, ainda não encontradas. Felizmente, a mentira tem perna curta, e basta simples passada pelas sujas e esburacadas ruas de Jaboatão dos Guararapes, para ficar claro que tudo não passa de mais uma propaganda enganosa, com nítidos interesses político-eleitorais.
Júlio Ferreira, Recife, por e-mail
Protecionismo
Atenção brasileiros! Vamos ficar de olho vivo na prefeita Marta Suplicy, pois já foi noticiado que o governo federal vai liberar recursos para as obras contra as enchentes em São Paulo. Lembram-se das enchentes e dos mortos no Estado do Rio, há poucos dias, e da tragédia que vem se abatendo sobre os já sofridos municípios nordestinos devido às chuvas? Pois bem, até hoje, ninguém viu um centavo de Brasília; só os costumeiros vôos de helicóptero e entrevistas com as manjadas promessas e muita enrolação, muita conversa fiada! Caso São Paulo seja beneficiado, antes dos outros municípios, os brasileiros deveriam se unir para varrer do cenário político brasileiro o PT e seus provincianos, mas muito espertos, dirigentes paulistas que estão no comando do governo.
Reinaldi Silva, Rio de Janeiro, por e-mail
Vias expressas
Apesar da relevância das três mais importantes vias expressas do Rio de Janeiro: Avenida Brasil, Linha Vermelha e Linha Amarela, nenhuma delas dispõe de um sistema de controle de tráfego por meio de rede fechada de TV. Aproveitando a idéia da parceria entre Estado e empresas, por que não incentivar grandes empresas - como Petrobras, Banco do Brasil, Telemar, Embratel, entre outras - a custear a instalação desse sistema, tendo como contrapartida o direito de exploração das faixas visuais ao longo dessas vias, por onde trafegam diariamente milhares de pessoas.
Hildebrando Gonsales, Rio de Janeiro, por e-mail
Barcas S/A
Estou indignado com o serviço prestado pela Barcas S/A, com uma barca velha, lenta, suja, que polui o meio ambiente. A Transtur também não me agrada, além de poluir o ar, como a Barcas S/A, o preço da tarifa é altíssimo, chegando a R$ 4. O intervalo entra as saídas, quando o movimento é fraco, chega a ser de 45 minutos.
Jefferson Garcia, Niterói (RJ), por e-mail
Mangueira
Estive, sábado, com minha namorada, no ensaio da Mangueira. Meu primeiro susto foi o ingresso, que subiu de R$ 10 para R$ 30, em um mês. Mas o que aconteceu lá dentro foi mais assustador. Devido ao calor que estava fazendo, tirei a camisa, mas um diretor da escola mandou, grosseiramente, que eu colocasse a camisa. Eu a estava colocando, mas por estar ao contrário, demorei um pouco a vesti-la. Ele me disse: ''Você tem 3 segundos para colocar a camisa, 1, 2, 3.'' E colocou a camisa em mim, à força, arrebentando-a. É lamentável gastar R$ 60 (eu e minha namorada) para se divertir e ser humilhado dessa forma. Ao pedir meu dinheiro de volta, não fui atendido.
Pedro Lampreia Carvalho, Rio de Janeiro, por e-mail
Brasileiras
Leio no JB que os argentinos acham que as brasileiras são permissivas, infiéis, etc. e tal, em contrapartida com as argentinas, supostamente mais decentes. Daí lembro que a argentina do Big Brother está posando na Playboy. Pois é, né? Fim de papo.
Alvaro de Castro, Rio de Janeiro, por e-mail