''Em função de notícia publicada neste jornal, na edição do último domingo (9/3), sob o título
Ministros reavaliam acordo -
Propostas de Rússia, China, França e Ucrânia voltam à mesa de negociação, de autoria do jornalista Gilberto de Souza, a qual atribui declarações ao diretor-geral da Agência Espacial Brasileira, Daniel Borges, temos a esclarecer que: 1 - Presentemente, não há nenhuma proposta dos governos da França ou da China em análise pela Agência Espacial Brasileira, com vistas ao uso do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão; 2 - O Acordo-Quadro Brasil/Ucrânia, assinado entre os governos dos dois países, não exclui a possibilidade de desenvolvimento conjunto de projetos em qualquer área do setor espacial, incluindo o segmento de veículos lançadores de satélites; 3 - No que tange ao lançamento de foguetes ucranianos, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas Brasil/Ucrânia, já assinado entre os dois países, e em tramitação no Congresso Nacional, não permite a transferência de tecnologia, a menos que seja autorizada previamente pelo país de origem; 4 - A visita do presidente ucraniano, Leonid Kuchma, ao Brasil, em maio, não está, em hipótese alguma, relacionada à discussão da participação brasileira na estação espacial internacional. Assim sendo, em consideração aos leitores deste jornal, solicitamos sejam feitas as devidas retificações''
Daniel Borges Netto, diretor-geral da Agência Espacial Brasileira, Brasília, por e-mail.
Continuísmo
''Não consigo concordar com o presidente Lula. O Brasil está na ''espera'' há 500 anos. Todos que assumem o poder dizem o mesmo e tudo continua na mesma. A impunidade é rotina, a seca é obrigatória, a fome é geral, a esperteza é item nos currículos; não temos exemplos a seguir. Por isso e por muitos outros motivos temos o direito de estarmos apressados sim, de estarmos em estado de ebulição sim. Por isso seria muito bom acelerar tudo o que foi prometido na campanha. Paciência tem limite e a lua-de-mel já está fora do prazo.''
Teresa Abreu de Almeida, Rio de Janeiro, por e-mail.
Impostos
''É brincadeira, ou melhor, seria engraçado se não fosse terrível. Deu na imprensa que o cidadão brasileiro paga mais impostos que os alemães, ingleses e americanos; mais que nós só os dinamarqueses. E o governo Lula já deu provas de que pretende aumentá-los ainda mais. Será que o Lula sabe falar o dinamarquês? O cidadão brasileiro que não vive em Copenhague e não ganha em euros só conhece do dinamarquês os caninos.''
Eduardo Flausan, Rio de Janeiro, por e-mail.
Intervenção
''A governadora não quer a intervenção federal no Estado do Rio. Mas eu e as pessoas com quem discuti o assunto concordam com a intervenção. Quem tem razão? A governadora? Ou nós? Não tenho certeza. Por isso, sugiro que todo cidadão de bem, cumpridor de seus deveres e temente à violência, se manifeste. Diga claramente que basta de bate-boca. Que nossas vidas e de quem amamos não são objeto de retórica partidária, nem serão consumidas para manter o projeto do senhor Garotinho à presidência da República.''
Fernando Caldas, Rio de Janeiro, por e-mail.
Petróleo
''Petróleo de fina qualidade foi achado em dois poços na plataforma continental de Sergipe, com reservas estimadas em 1,9 bilhão de barris de petróleo. Há probabilidade de serem localizados mais poços na região sergipana. Produzimos 85% do petróleo nacional e continua sua cotação na moeda norte-americana.''
Carlos Arthur Schwarz, Vitória (ES), por e-mail.
Congresso
''Ao regressar de viagem ao exterior li o excelente e apavorante artigo Cinzas dos novos-ricos do Congresso (5/3), escalpelando as malandragens do bando de vigaristas refestelado em ambas as Casas do Congresso. Receba, Villas-Bôas Corrêa, o meu vivo aplauso.''
M. Pio Corrêa, Rio de Janeiro, por e-mail.
Cartórios
''Oportuno e objetivo o artigo do professor Álvaro Pessoa (12/3) a respeito da burocracia dos cartórios judiciais do Rio de Janeiro. Pena que não dispusesse de mais espaço para estender seus comentários e sugestões, especialista que é em desburocratização. Parabéns.''
Oswald Fuerth, Rio de Janeiro, por e-mail.
Perigo no ar
''Estava em Congonhas embarcando para o Rio quando vi um dirigível sobrevoando o aeroporto, a menos de 500m das pistas. Às 20h15 de 11/3, no maior aeroporto do Brasil. Como a Infraero permite tal irresponsabilidade? É impressionante a falta de respeito e de segurança que estão sujeitos os usuários em viagens, bem como as pessoas que estão em terra e que também seriam vítimas caso ocorresse um desastre aéreo.''
Marcos Rogério Altoé, Niterói, por e-mail.
Teatro
''Refiro-me à matéria sobre a próxima programação do Teatro Municipal. Está dito que uma das produções será do Teatro Cólum de Lisboa. Cabe esclarecer que Lisboa não tem qualquer teatro com esse nome, sendo a citada produção originária do Teatro Colón, de Buenos Aires, um dos mais famosos do mundo. Erro crasso.''
Luiz Carlos de Azevedo, Rio de Janeiro, por e-mail.
Língua
''Na nota Deboche (Márcia Peltier, 11/3), em que fala da perplexidade da advogada de Fernandinho Beira-Mar com as condições de segurança máxima impostas ao seu cliente, na penitenciária de Presidente Bernardes, a colunista Márcia Peltier deixa-nos estarrecidos. Ela diz que a advogada do meliante Fernandinho Beira-Mar registrou sua perplexidade com a penitenciária de Presidente Bernardes, ao vivo e a cores (grifo meu), via Embratel, para todo o Brasil, no Jornal Nacional. Não seria ao vivo e em cores, como recomendam as boas normas gramaticais?''
Antonio Castigliola, Rio de Janeiro, por e-mail.
Correção
Ao contrário do publicado
na matéria Municipal
em nova fase (Caderno
B, 12/3), o Teatro
Colón fica em Buenos Aires.