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Exploração
incipiente
O Brasil abriga a maior reserva particular de bambu do mundo, com 200 mil hectares de plantação no Maranhão. Ainda assim, a exploração da planta é incipiente. ''O Brasil não dá muita bola para o bambu porque tem muita madeira'', critica o desenhista industrial Marcelo Fonseca, do Laboratório Oficina de Treinamento e Desenvolvimento de Protótipos (LOTDP) da PUC-Rio. Marcelo foi o único brasileiro a participar do curso sobre bambu promovido em 1991 pelo governo chinês e voltou disposto a popularizar o uso da gramínea.
''A indústria do bambu traz benefícios sociais e à natureza. Como não é mecanizada, usa muita mão-de-obra e como depende do controle biológico para evitar fungos e pragas na plantação, protege a biodiversidade'', diz Marcelo, que passou 45 dias em Hangzhou, na China.
O desenhista industrial, bolsista da Faperj, já pensa em pôr em prática algumas das técnicas na pequena plantação que vem cultivando com o coordenador do laboratório, José Luiz Mendes Ripper, na Serra da Bocaina (RJ). Com isso, os pesquisadores pretendem aumentar o fornecimento de bambu para o próprio laboratório, onde desenvolvem equipamentos para deficientes físicos.
Bambu, uma alternativa não-convencional, barata
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