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Crise é notícia. Exceto, claro, os próprios alvos, jornalistas, analistas e aqueles que ajudam a informar e explicar escândalos beneficiam-se com o labirinto de dramas políticos e econômicos constituídos – dentro e fora do Brasil. Razão de mercado, mas também dever de ofício. Da pletora de lançamentos conduzidos pela missão de radiografar a crise do governo Lula, convém separar os caça-níqueis daqueles que de fato contam.
Os lançamentos sobre a
cidade maravilhosa não
param. Dois livros de
fotografias cariocas chegam
às livrarias: Rio de Janeiro
vista do céu (Editora Caras), com fotos de Sergio Zalis e
Praias do Rio, 25 ensaios fotográficos (Capivara).
FICÇÃO
1- Harry Potter e o enigma do Príncipe J. K. Rowling Rocco, R$ 54,50 0/0
Com a sensação do dever cumprido e ainda lambendo a cria, Ruy Castro aguarda, “ansioso e inseguro como qualquer autor estreante”, a repercussão de seu mais ambicioso livro, simplesmente Carmem: uma biografia, o qual lhe consumiu cinco anos de trabalho e que já circula pelas livrarias.
O que sustenta a densa elaboração de Não me abandone jamais, de Kazuo Ishiguro, é a habilidade em descrever o passado. À medida que o relato vai ganhando forma, o tom de historinha vai incorporando um fluxo de consciência que causa progressivo estranhamento e enche de curiosidade o leitor.
Ele é um escritor paquistanês que vem chama ndo a atenção pela qualidade de seu texto e por ser um intelectual sempre pronto a palpitar em arte, cultura e política internacional.
Não seria exagero dizer que, nos últimos dois anos e meio, o humor da maioria dos economistas brasileiros que seguem a tradição crítica latino-americana oscilou entre perplexidade, desalento e profundo mal-estar. Em momentos assim, a reflexão teórica, ao suspender o foco analítico da balbúrdia do dia a dia, proporciona um referencial que ilumina o próprio entendimento da conjuntura.
Em nossas letras, Fagundes Varela é figura paradigmática do poeta maldito, numa escala em que, aliás, não eram os poetas tenebrosos que faltavam (Melhores poemas, Sel. Antônio Carlos Secchin. São Paulo: Global, 2005).
Hitler, Nehru, Ghandi, Chamberlain, Bismarck, Hiroíto, Roosevelt, Stalin, entre outros. O século 20 foi pródigo em protagonistas do que é considerado o período mais violento da história da civilização. Porém, nenhum foi tão indispensável à compreensão desses momentos quanto Winston Churchill.
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