No Armazém Digital (Av. General Severiano, 97/ loja 108), a Comunidade de Prática da Música (da Incubadora Cultura Gênesis, da PUC carioca) entra na festa e garante três dias de programação, com exibições de filmes, quatro curtas e um média-metragem que falam do choro como gênero formador da identidade popular brasileira; shows de jovens músicos; apresentação de um flautista soberbo, Alexandre Maionese; e lançamento de um catálogo sobre a obra, objetos e partituras de Pixinguinha. O roteiro completo pode ser conferido pelo telefone 2101-9300 e no site www.armazemdigital.art.br.
No dia consagrado ao choro, a noite de Copacabana será dedicada também à marchinha carnavalesca. O jovem e empolgado rancho Flor do Sereno, gerado, nascido e criado no bar Bip Bip (Rua Almirante Gonçalves, 50), toma conta da pequena rua, promovendo um baile que promete reviver os grandes momentos do carnaval carioca. É dia de homenagear Lamartine Babo, Ary Barroso, Braguinha e, claro, o Pixinguinha inconteste. A promessa de grande noite está feita, a praça reservada e o povo na expectativa. Mas a direção do rancho ainda tem uma queixa:
- O Flor do Sereno é uma iniciativa dos amigos do Bip Bip e dos músicos que compõem a orquestra. Queremos tê-los aqui, mais uma vez tocando e cantando de graça para os cariocas. Mas estamos com dificuldades financeiras para custeios, estruturas e cachês, mesmo simbólicos. Faço um último pedido às autoridades, que nos ajudem a alegrar esta cidade - apela Alfredo Melo, o festejado Alfredinho.
Com a palavra, as autoridades. Com a alegria, o povo do Rio.