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Alegrias
e tristezas na Seleção
Na Seleção
Brasileira, Zico não teve tanta sorte quanto no Flamengo.
No começo da trajetória, o então jovem craque sofreu um baque
em sua vida. Desligado da equipe olímpica que foi a Munique,
em 1972, chegou a pensar em largar tudo e tentar outra profissão.
Porém, o apoio dos irmãos foi providencial e, dois anos depois,
estreava no time principal, numa vitória sobre o Uruguai por
2 a 1, na qual deixou sua marca cobrando falta, uma de suas
especialidades. Apesar de não ter conquistado nenhum título
expressivo com a "amarelinha", o Galinho é o segundo maior
artilheiro da Seleção, com 66 gols em 88 jogos, superado apenas
pelo Rei Pelé.
Mesmo
sem estar em plenas condições físicas, foi convocado para
a Copa de 1986 e, injustamente, acabou responsabilizado pela
eliminação nas quartas-de-final, depois de perder um pénalti
contra a França no segundo tempo.
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