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Futebol
tetracampeão
A trajetória de Romário na Seleção Brasileira é de causar
inveja a vários craques. Logo em seus primeiros passos com
a camisa "amarelinha" conseguiu feitos importantes como: o
sul-americano de juniores, em 1993; a medalha de prata nas
Olimpíadas de Seul, em 1988; e a Copa América, em 1989. Depois
de vencer o sul-americano, a dupla de ataque que formava com
Bebeto era a principal esperança dos brasileiros na Copa do
Mundo de 1990, na Itália. Mas, assim como seu fiel escudeiro,
uma contusão séria prejudicou seu desempenho e ele não pôde
evitar o fiasco verde-amarelo.
Seu
retorno à Seleção aconteceu dois anos mais tarde. Porém, um
desentendimento com a comissão o afastou por quase um ano.
O risco do Brasil perder a vaga para a Copa do Mundo de 1994,
nos EUA, fez com que o técnico Carlos Alberto Parreira cedesse
à sua própria resistência e convocasse o artilheiro para a
última partida das eliminatórias. Como de costume, correspondeu
às expectativas, garantiu a vaga com dois gols contra o Uruguai,
no Maracanã, e foi o principal responsável pela conquista
do tetracampeonato mundial.
Sua
passagem pela Seleção não é feita só de glórias. Além da contusão
na Copa de 1990, alguns outros fatos marcantes privaram o
Baixinho de jogar algumas competições importantes. Primeiro,
em 1985, foi cortado por problemas disciplinares e não fez
parte da equipe bicampeã do mundo de juniores na URSS e, em
1998, uma contusão ocasionou um polêmico afastamento às vésperas
do Mundial da França.
Se
para muitos seu ciclo com a camisa do Brasil acabou. Ele,
ao contrário, acredita que tem muito a dar ao país ainda.
Após o corte da Copa da França, Romário, que possui a terceira
melhor média de gols na Seleção, prometeu disputar e ganhar
a inédita medalha de ouro olímpica, em 2000, na Austrália.
Como sempre cumpriu as promessas que fez... é pagar para ver.
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