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Imperatriz desfila tranquila e homenageia Mangueira




Terça-feira, 27 de Fevereiro de 2001


Elisa Travalloni


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Rio - A Imperatriz Leopoldinense entrou na Sapucaí com um desfile luxuoso, colorido, correto e com perfeição, apesar de o samba não empolgar muito a platéia.

A escola entrou com 30 alas, ao todo, 3.500 componentes e com o enredo "Cana-caiana , Cana roxa, Cana fita, Cana preta, Amarela, Pernambuco...quero vê Descê o Suco, na pancada do Ganzá".

A comissão de frente, com coreografia de Fábio Melo, chegou harmônica e com passos bastante originais e, junto à bateria, treinada por Mestre Beto e composta por 300 ritmistas, animou o público durante o desfile.

Uma das surpresas da passagem da Imperatriz pela Apoteose foi a homenagem à Mangueira. O modelo Jorge Lafond saiu como destaque do sétimo carro da Imperatriz, "O ciclo do ouro" e logo depois a Escola faz uma homenagem à Mangueira, citando Carlos Cachaça, compositor da verde rosa, e um dos fundadores da Estação Primeira de Mangueira.

A Homenagem continuou com a ala das crianças, representando a velha guarda da Mangueira. Ao todo, foram cinco alas e o último carro alegórico, tendo a frente o mangueirense Elymar Santos.

Um dos carros, "Comissão de frente da Mangueira", estava todo em tons de verde e rosa. Em seguida, entrou o último carro da escola, uma homenagem a Carlos Cachaça.

Dessa forma, a Imperatriz homenageou a Mangueria, em seus dois últimos carros, e foi a escola seguinte a entrar na Marquês de Sapucaí.