REUTERS CINGAPURA - Após largar lado a lado com seu companheiro de Renault, Fernando Alonso, o brasileiro Nelsinho Piquet bateu contra o muro do circuito na 15ª volta e viu acabar suas expectativas de bom resultado no Grande Prêmio de Cingapura. Por outro lado, seu companheiro de escuderia acabou se beneficiando com um safety car e venceu a primeira corrida da Renault em quase dois anos. Questionado se ficava feliz com a vitória de Alonso, Piquet afirmou sentir sentimentos misturados. É uma sensação que é boa e ruim, o brasileiro declarou ao autosport.com. - Fernando (Alonso) largou ao meu lado e venceu a corrida, o que é bom para a Renault, mas eu provavelmente me sinto como ele em Hockenheim (GP da Alemanha) quando o safety car me ajudou, afirmou o piloto, lembrando do segundo lugar conquistado por ele no Grande Prêmio alemão. Piquet, que optou por uma estratégia de uma parada, comparada ao plano de três paradas do espanhol, acredita que se não tivesse batido ele também teria terminado em uma boa posição na prova, se beneficiando de algum safety car. - Foi um erro meu. Nós tentamos duas estratégias extremas, com Fernando parando mais cedo e eu mais tarde na esperança de haver um safety car. Se eu não tivesse batido eu teria tido sorte com um possível safety car depois na corrida porque eu estava muito bem, declarou o brasileiro. O piloto também acha que a equipe pode agora ser um pouco mais agressiva nas três provas finais da temporada depois de ter estabelecido uma diferença de cinco pontos para a Toyota na quarta posição do Campeonato dos Construtores. - Felizmente a equipe está um pouco mais segura na quarta posição e nós podemos arriscar um pouco mais nas três corridas finais. Talvez estejamos tranqüilos com relação à Toyota, ponderou Piquet.
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