SÃO PAULO, 14 de agosto de 2008 - O comércio varejista brasileiro cresceu 1,3% em volume de vendas e 2,5% em receita nominal em junho face o mês anterior (ajuste sazonal). Esta é a quarta alta seguida. Os dados foram divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na série sem ajuste sazonal o volume de vendas do varejo nacional cresceu 8,2% sobre junho do ano anterior, acumulando 10,6% nos seis primeiros meses do ano e 10,1% nos últimos 12 meses. As taxas dos mesmos indicadores, para a receita nominal de vendas, foram 15,2%, 15,9% e 14,5%, respectivamente.
Para o volume de vendas com ajuste sazonal, nove das dez atividades pesquisadas cresceram: Combustíveis e lubrificantes (2,1%); Veículos e motos, partes e peças (1,7%); Tecidos, vestuário e calçados (1,7%); Livros, jornais, revistas e papelaria (1,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,5%); Material de construção (1,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,0%); Móveis e eletrodomésticos (0,4%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,4%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,8%. Já em relação a junho de 2007 (série sem ajuste), o volume de vendas cresceu em todo o varejo: Móveis e eletrodomésticos (16,1%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,3%); Combustíveis e lubrificantes (12,8%); Tecidos, vestuário e calçados (10,2%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%); Equipamentos e materiais de escritório, informática e comunicação (40,1%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (8,9%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (12,3%).
Das 27 unidades da federação, apenas três apresentaram quedas em relação a junho de 2007: Sergipe (-2,6%); Amazonas (-0,8%) e Pará (-0,6%). As maiores altas do volume de vendas foram Roraima (15,4%); Mato Grosso (12,6%); São Paulo (12,3%); Goiás (9,9%). Quanto à participação na composição da taxa do Comércio Varejista, destacaram-se, pela ordem, São Paulo (12,3%); Rio de Janeiro (8,2%); Minas Gerais (6,3%); Rio Grande do Sul (7,3%) e Paraná (4,2%).
(Redação - InvestNews)
[09:37] - 14/08/2008