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RIO - Em parceria com a Paquetur e a Associação de Moradores de Paquetá, a concessionária Barcas S/A promove a partir deste domingo, o projeto "O que é que a Baía tem? Chorinho na barca".
O evento será realizado de julho a dezembro, sempre no último domingo de cada mês, a viagem para a bucólica Ilha de Paquetá será embalada pelo chorinho da Escola Portátil de Música. Os passageiros poderão ouvir também de curiosas histórias sobre a ilha e a Baía de Guanabara contadas pela guia Vanderli.
O chorinho começará dentro da própria barca, que iniciará viagem às 10h30, e continuará na Casa de Artes Paquetá, com entrada franca. Esse evento deve repetir a primeira edição do Chorinho nas Barcas realizado com grande sucesso em 2003 e começará com a apresentação dos músicos Pedro Amorim, Regional Carioca e participação especial de Luciana Rabello.
Em sua estréia, o projeto dará desconto aos moradores do Rio e Niterói que ao apresentarem um comprovante de residência poderão comprar o bilhete duplo a R$ 11 e o unitário a R$ 6. A partir de agosto o bilhete volta a sua tarifa normal: R$ 17 o duplo e R$ 9,50 o unitário. A viagem dura aproximadamente 70 minutos. A saída será ás 10h30, da estação das Barcas na praça 15
Em razão do "O que é que a Baía tem? Chorinho na barca", o passeio turístico pela Baía de Guanabara, promovido pela concessionária também aos domingos, não será realizado dia 27. Ele voltará dia 3 de agosto.
História
Criada há oito anos por músicos de choro, a Escola Portátil de Música conta hoje com mais de 600 alunos que têm aulas dos mais diversos tipos de instrumentos musicais, como flauta, piano, trompete, bandolim, cavaquinho, acordeom, entre outros, além de aprender a história do choro, teoria musical, harmonia e arranjo. O aluno formado pela Escola Portátil tem a possibilidade de atuar em qualquer estilo musical.
Parceira no evento, a Casa de Artes Paquetá foi inaugurada em maio de 1999. Ela funciona em uma antiga chácara que serviu de palco para diversas filmagens, entre elas a novela e o filme "A Moreninha", baseada no romance homônimo de Joaquim Manoel de Macedo. No local, aconteceram também grandes saraus com famosos músicos do país, como Pixinguinha, Orestes Barbosa, Lamartine Babo e Sílvio Caldas. Em 2001, o local se transformou definitivamente em Centro Cultural e passou a ser aberto à visitação, com uma programação permanente de eventos.
[09:11] - 23/07/2008