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SÃO PAULO, 7 de julho de 2008 - O dólar opera próximo à estabilidade, sem forças para assumir uma tendência e ao sabor do fluxo. O mercado amanheceu mais tranqüilo, sob reflexo da queda do petróleo nas praças internacionais e da valorização do dólar frente a seus principais pares.
Ao longo da semana, a reunião do G-8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo e a Rússia) e os pronunciamentos dos membros do Banco Central Europeu (BCE) e do Federal Reserve (Fed) serão decisivos para o rumo dos negócios.
Para Miriam Tavares da AGK corretora, "as expectativas quanto à futura movimentação de política monetária dos bancos centrais das principais regiões do globo, para fazer frente às persistentes pressões inflacionárias causadas sobretudo pela alta dos alimentos e da energia, apesar da desaceleração da atividade, devem continuar determinando as decisões de negócios pelo mundo".
Por isso, a cautela e sobretudo a aversão ao risco, seguem em pauta. Atenções no comportamento dos agentes estrangeiros na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Isto porque, o mês de junho registrou saídas recordes da ordem de R$ 7,415 bilhões.
Instantes atrás, o dólar perdia 0,06%, cotado a R$ 1,605 na compra e R$ 1,607 na venda.
(Simone e Silva Bernardino - InvestNews)
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