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O Banco Central do Japão (BoJ) informou hoje que a oferta monetária do país cresceu em julho 2%, em termos anualizados, totalizando em 726,8 trilhões de ienes (US$ 6,06 trilhões), registrando a maior alta do índice desde dezembro de 2005.
O resultado representa uma ligeira aceleração da taxa de expansão do indicador em comparação com os últimos meses. Em junho, ele cresceu 1,9%; em maio, 1,4%; e nos três meses anteriores, 1,1%.
A oferta monetária soma o dinheiro em circulação, o depositado em contas correntes e de poupança e os certificados de depósito, além dos ativos "quase líquidos", isto é, os não imediatamente conversíveis em dinheiro.
A alta da oferta monetária em julho se deve principalmente aos "quase líquidos", compostos pelos depósitos a prazo fixo, depósitos em moeda estrangeira e contas em ienes de titulares não residentes no Japão. O componente cresceu 4,7% em julho, para 315,9 trilhões de ienes (US$ 2,63 trilhões). Foi a sua maior alta desde os 5,7% de abril de 1991.
O M1 - componente da oferta monetária que inclui o dinheiro em circulação e as contas correntes - caiu 0,2% na sua quinta baixa consecutiva, para 389,3 trilhões de ienes (US$ 3,24 trilhões).
A liquidez, definida como o indicador mais amplo da oferta monetária, cresceu 4,2% em junho, para 1.497 trilhões de ienes (US$ 12,47 trilhões). Foi o maior crescimento desde fevereiro de 2005. A definição de liquidez inclui as economias em caixas postais, depósitos e créditos cooperativos, fundos de créditos e de investimentos, bônus bancários e do Estado, além do balanço do M2 e os certificados de depósito.
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