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Segurança diz que Arafat crescia quando Muqata era bombardeada
RAMALA - Um dos seguranças de Yasser Arafat durante seu confinamento na Muqata de Ramala, Marwan al Sueiti, declarou nesta quinta-feira que o presidente da Autoridade Palestina se sentia um soldado lutando por seu povo e crescia quando os israelenses o bombardeavam. Al Sueiti, de 33 anos, um dos 40 militares que protegeu o líder palestino durante seus últimos anos, disse que Arafat gostava da vida na Muqata. "Arafat passou os últimos três anos e meio comendo, dormindo e trabalhando no mesmo quarto, na mesma mesa". "Cada dia era exatamente igual ao outro. Acordava às oito horas da manhã e trabalha até depois da meia-noite. Quase sempre mantinha a televisão ligada e via as principais redes de televisão árabes e anglo-saxônias", contou Al Sueiti. "Ele tinha sempre uma arma em sua mesa e, às vezes, carregava um revólver 'Magnum 44'. Durante as invasões das forças israelenses à Muqata, em março, setembro e outubro de 2002, Arafat crescia. Ficava hiperativo e dizia a todo mundo como agir. Não tinha afeições e passava o tempo lendo relatórios e se reunindo com pessoas". "O que mais o aborrecia era quando membros da ANP faziam algo sem informá-lo", revelou o guarda. Para ele, Arafat era um homem forte, "enérgico como uma montanha", e sua doença, que começou com uma dor de estômago, foi repentina. Internacional
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