Agência JB RIO - Que o desempenho dos atletas brasileiros no Pan do Rio foi o melhor de todas as 15 edições dos Jogos, não há dúvidas. Apesar disso, alguns atletas que eram considerados favoritos decepcionaram e não mantiveram o desempenho da última edição, em Santo Domingo/2003. Foi o caso do velejador Robert Scheidt, bicampeão olímpico em 1996 e 2004 e tricampeão pan-americano (95/99/03), que ficou com a prata e deixou escapar a chance de se tornar o único brasileiro tetracampeão de uma mesma prova em Pan. A saltadora Juliana Veloso foi outra que ficou aquém das expectativas, conquistando apenas um bronze. Em Santo Domingo, a atleta conseguiu, além de um bronze, uma prata no trampolim. A grande decepção, porém, foi o vôlei feminino. A equipe chegou à final sem perder nenhum set. Mas, no jogo decisivo, perdeu para Cuba por 3 sets a 2 e repetiu o fracasso das Olimpíadas de Atenas, em 2004, e do Mundial do Japão. Na estréia da maratona aquática em pan-americanos, Poliana Okimoto amargou por causa de uma braçada. Ela foi superada pela norte-americana Chloe Sutton, de apenas 15 anos, que chegou um segundo à frente da brasileira. O triatlo foi outro esporte que não correspondeu, conquistando apenas um bronze, com Juraci Moreira. No feminino, a melhor colocada foi Mariana Ohata, que ficou em sexto. Carla Moreno, foi a nona e Sandra Soldan, a 19ª. Nome praticamente certo na relação das medalhas “garantidas”, Vanderlei Cordeiro de Lima abandonou a maratona de 42km no quilômetro 38, com fortes dores nas pernas. A frustração só não foi completa porque o brasileiro Franck Caldeira venceu a prova e garantiu o ouro para o Brasil.
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