Agência JB, com Portal Terra RIO - As ginastas do Brasil também foram prata da competição artística por equipes. As brasileiras superaram as americanas em apenas um aparelho: o solo. Em todos os demais, as americanas foram superiores às brasileiras, embora com pontuação muito próxima. O México ficou com a teceira posição. A equipe americana somou 243.225 ao longo da competição, contra 236.725 do Brasil e 223.625 do México.
As Ginastas brasileiras deixaram a arena sorrindo e abanando para o público. O melhor desempenho das brasileiras ficou com Jade Barbosa, que recebeu a pontuação mais alta em três dos quatro aparelhos. No salto sobre cavalo, a decepção foi Daiane não ter saltado.
Após sentir dores durante a apresentação de solo, foi poupada da prova. A maior nota da equipe brasileira no aparelho, mais uma vez, foi de Jade, com 15.150 pontos, seguida de Laís, com 14.950.
As brasileiras começaram a competição pela trave, aparelho em que Jade Barbosa conseguiu com 15.175. Em seguida, no solo, vieram os exercícios que mais empolgaram o público.
Todas as atletas escolheram músicas clássicas da MPB com temáticas de exaltação do Brasil, como "Aquarela do Brasil", "Cidade Maravilhosa" e "Brasilerinho". Jade fez o exercício ao som de uma música com solo de berimbau. Foi de Jade a melhor nota na prova, 15.325 pontos, seguida de Daiane, com 15.150.
O resultado da primeira bateria foi apertado e só foi definido com as notas dos últimos exercícios. A equipe do Canadá ficou com 222.575 pontos, seguido de Cuba, 218.750, Argentina, com 210.850 pontos, e Porto Rico, com 202.700.
Formada basicamente por atletas juvenis, o Canadá obteve seu melhor resultado na trave, com 56.825 pontos. A canadense com melhor pontuação, somando todos os aparelhos, foi Pen-Peng Lee, com 56.275.
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