Barcos a remo são usados como meio de transporte
desde a Antigüidade Grega, o Império Romano
e o Egito Antigo. Como esporte, tem origem mais provável
na Inglaterra vitoriana dos séculos XVII e XVIII.
Mas sua popularização só aconteceu
no século XIX, quando foi exportado da Europa
para a América. Lá, a tradição
das regatas entre as universidades britânicas
de Oxford e Cambridge também foi adotada pelas
nativas Yale e Harvard. Competições de
remo são mais antigas do que a maioria das de
outros esportes olímpicos da Era Moderna, e seu
conceito se mantém o mesmo até os dias
de hoje.
Com o objetivo de determinar qual o elemento mais rápido,
barcos em que cada remador usa um remo em cada mão,
competem lado a lado em águas calmas, em percursos
divididos por raias, para ver quem é o mais rápido.
Atualmente, a distância oficial desse percurso
em linha reta para Jogos Olímpicos e Pan-americanos
é de 2.000m. As embarcações - com
ou sem timoneiro, ou skiff - podem ter um, dois, quatro
ou oito componentes. O timoneiro, integrante que não
rema, responsável por orientar e incentivar os
remadores, não entra na conta dos componentes.
Tanto para homens quanto para mulheres, há também
as disputas na categoria peso leve.