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Iesa Rodrigues, Agência JB
RIO - Decididamente, esta foi uma edição
de mudanças. Alguns começam
a fazer jeans, outros ficam mais comerciais,
quem gostava de cores vivas,
desbotou a cartela. A gaúcha Elisa
Chanan também modificou: deixou de
lado os ilhoses grandões, que costumam
permear suas mangas e barras de
saia, e passou para plaquinhas metálicas
quadradas. Bem, são ilhoses,
e continuam fornecidos pela Eberle, só
deixaram de ser redondinhos.
O desfile repetiu um pouco além
do esperado as formas arredondadas e
curtas, estruturadas em laterais curvas,
com entremeados xadrezes
colorindo o geral em amarelo-claro e cinzas.
Muitos detalhes, com
acabamento impecável, nas blusas
com volumes tendendo ao balonê, mas
sem romantismo, nem ares barrocos, compensadas
por calças drapeadas, de bolsos laterais
baixos e barras ajustadas. É a nova
geometria da
moda. Curta, cinza e elaborada.
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