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Reynaldo Gianecchini
passou quase voando, Ana Beatriz Barros
correu tanto que quase foi derrubada pelo
macacão em tecido de pára-quedas,
Gianne Albertoni passou batida de longo
esvoaçante. Tudo, porque a TNG seguia
o tema Velocidade. Ok, a grife de Tito Bessa
Junior sempre cai em um caminho meio alucinado,
entre o sexy e o esporte, ao som de música
muito alta. Desta vez, talvez graças
ao estilo de Henry Alavez e ao styling de
Chiara Gadaleta, a coisa rolou agitada e
rápida, mas com algo mais de moda.
Mais edição, mais subtemas
bem desenvolvidos. A cor determinou os módulos,
começando pelo listradão de
pára-quedas, que demarcou o território
dos bufantes e balonês. Até
que em versões razoáveis,
com botas bonitas, de cano alto e salto
fino. Outro tema era aviação
dos anos 40, que chamou casacos de aspecto
couro envelhecido, com fivelas azuis. As
calças masculinas são mais
curtas, mostrando as botas afiveladas. Moletons
cinzas e tricôs oversize completaram
o grupo, sempre com quépis coloridos.
O próximo lote, dos xadrezes, inclui
ternos, e foi seguido pela cartela. Roxos,
verdes e camuflados inovados em rosa e azul
combinaram com blusas de renda em bege e
uva, transparentes por baixo das jardineiras.
Mas o que interessava era a volta de Gianecchini
à passarela. E ele voltou, todo sorridente,
de calça jeans com reforços
beges e paletó no camuflado tinturado.
Bonito, forte e deu seu recado.
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