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Agência JB RIO - A Imperatriz Leopoldinense, quinta escola a se apresentar na Avenida neste segundo dia de desfiles, trouxe o samba-enredo "Teresinhaaa, uhuhuuu!!!! Vocês querem bacalhau?" A escola lembra o famoso bordão de Chacrinha e ainda blocos de carnaval de Olinda, em Pernambuco, para contar a história do bacalhau da Noruega, considerado um dos melhores do mundo. Luciana Gimenez veio à frente da bateria comandada por Mestre Jorjão. Os ritmistas representaram vikings, grandes apreciadores do peixe comum na região de águas muito frias. A Imperatriz conta a história do bacalhau da Noruega, traçando um paralelo entre o famoso pescado, Chacrinha e blocos de carnaval de Olinda, em Pernambuco. E escola desfila com 3.500 componentes divididos em 37 alas e sete carros alegóricos. Leleco Barbosa, filho de Chacrinha, representou o pai na Avenida. A carnavalesca Rosa Magalhães representou até vulcões, para lembrar países nórdicos, como a Noruega. A escola brinca com mitos da mitologia nórdica e o encontro entre o quente e o frio que formam e dão desenho às terras.
A ala das baianas representou o maracatu,
ritmo típico do carnaval pernambucano. A
escola ainda homenageou outros blocos do
Estado e a velha guarda trouxe trajes típicos
do povo nórdico.
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