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O presidente do Equador, Rafael Correa, foi acusado pela oposição de querer perpetuar-se no poder mediante uma nova Carta aprovava, ontem, pela Assembléia Constituinte. A Carta Magna, que será submetida a um referendo em 28 de setembro, inclui reformas que permitem que os presidentes sejam reeleitos uma única vez e possam dissolver o Congresso sobre certas condições. Pablo Lucio Paredes, do movimento Futuro Já, disse que é forma de concentração de poder, enquanto os problemas políticos continuam não sendo atacados.
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