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Unir potência e conforto em uma moto é sempre uma aposta. Mas na Bandit 650, a Suzuki diz ter conseguido deixá-la tão boa para o trânsito urbano quanto ser capaz de enfrentar estradas e curvas mais exigentes. Foi uma mexida geral, começando pelo motor quatro tempos de 656 cilindradas, que dispensa carburadores, substituídos pela injeção eletrônica digital Suzuki Dual Throttle Valve (SDTV) feita especialmente para a moto.
A principal característica é ter duas válvulas de borboleta, uma controlada pelo manete do acelerador e a outra pelo sistema eletrônico de gerenciamento. O resultado é uma potência mais justa e sem folgas na aceleração. Também o chassi de duplo berço ficou mais rígido, justamente para acompanhar os 85 cv de potência. Os eixos de transmissão foram dispostos verticalmente, reduzindo o comprimento do motor. A marca mexeu no design sem alterar muito o conjunto. O painel ficou mais bonito e limpo, com tacômetro analógico e tela de LCD onde estão o velocímetro, marcador de combustível, relógio e indicadores de ponto morto, temperatura da água e falhas do sistema de injeção. A posição do guidão e altura do assento são reguláveis. A Bandit tem duas versões, a R (Naked, de R$ 31.151) e a S (semicarenada, de R$ 32.709).
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