Recordes
na Bienal
A 11ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro deixou um recorde
de vendas que reflete o tamanho do mercado editorial brasileiro
- um dos mais atrativos da América Latina.
O
viajante que batizou a América
Primeira edição das cartas de Américo Vespúcio ganha notas
e apresentação do jornalista e escritor Eduardo Bueno em Novo
mundo: as cartas que batizaram a América.
Maurizio
Maggianir abandona a literatura
Um dos mais premiados escritores italianos da geração que
surgiu no final do século XX, Maggianir surpreendeu ao dizer
que pretende parar de escrever.
Ciências
para jovens
O físico Marcelo Gleiser, que está lançando
O livro do cientista na Bienal, entende que ensino
ruim prejudica interesse das crianças pelo tema. –
O grande problema
do ensino de ciências nas escolas comuns do Brasil é que nelas
quem ensina ciências não é um cientista.
Alternativas
para quem quer ler e não pode comprar
Em frente ao portão 4, por onde entram as comitivas de escolas
públicas, o estande do projeto 'Praça da Leitura' atrai centenas
de crianças. Lá, os jovens leitores podem ouvir e contar histórias,
ou deitar nos almofadões e apreciar um bom livro.
Quem
quer mangá?
Os gibis japoneses fazem a festa da molecada de 7 a 12 anos.
O estande da Comix, estreante na Bienal, apresenta 56 lançamentos,
entre eles Vapt Vupt, de Álvaro Nóia.
Livro
acadêmico deixou de ser chato.
Presidente da Associação das Editoras Universitárias,
José Castilho fala sobre revolução editorial promovida
no setor.
Relâmpagos
- dizer o ver,
um dos lançamentos da Bienal do Livro, reúne 50 anos de
experiência de um dos mais respeitados poetas e críticos
de arte brasileiros, Ferreira Gullar.
DICA: Alguns
expositores vão reembolsar o valor do ingresso nas compras a
partir de R$ 40. O consumidor deve apresentar o canhoto do ingresso
no ato do pagamento. Os estandes participantes desta promoção
estarão indicados com um adesivo (alguns exemplos: Ediouro,
Ática, Garamond, Martins Fontes, Seleções, Objetiva, Paulinas,
Record, Rocco e Mauad).