Mangueira

Presidente de Honra
: José Bispo dos Santos (Jamelão)
Presidente
: Alvaro Luis Caetano
Carnavalesco
: Max Lopes
Cores
: Verde e rosa
Quadra
: Rua Visconde de Niterói, 1072 - Mangueira - Telefone: 3872-6786 / 2567-4637
Barracão: Cidade do Samba (Barracão n.º 13) - Rua Rivadávia Corrêa, n.º 60 - Gamboa
Enredo: "Das águas do Velho Chico nasce um rio de esperança"
Fundação: 28/4/1928
Internet: www.mangueira.com.br
Imprensa: Márcia Rosário - Telefone: 9132-2577 - marcia@freecom.ppg.br


História

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, foi fundado no dia 28 de abril de 1928. A idéia da escola surgiu da competência e prestígio que os sambistas do Bloco dos Arengueiros tinham no morro da Mangueira.

Sempre foi dito que a expressão "estação primeira da mangueira" era devido a Mangueira ser a primeira estação de trem depois da D. Pedro II. Mas a história é outra, o significado dessa expressão é mais particular. Quem teria dado esse nome à escola foi Cartola, para dizer que a Mangueira era a primeira estação a ter samba ou porque pretendia proclamar que a Mangueira era líder. As cores da escola verde e rosa, também foram sugeridas por Cartola. 'Me leva que eu vou sonho meu, atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu'...quem não lembra desse refrão? A Mangueira é isso, popularidade e tradição.

Samba

"Das águas do Velho Chico, nasce um rio de esperança"

Autores: Gilson Bernini, Henrique Gomes e Cosminho
Intérprete: Jamelão


Vou navegar...
Com a minha Estação Primeira
Nas águas da "integração" chegou Mangueira
Opará... Rio-Mar o nativo batizou
Quem chamou de São Francisco foi o navegador
Na serra ele nasce pequenino
Ilumina o destino, vai cumprir sua missão
Se expande pra mostrar sua grandeza
Gigante pela própria natureza

A carranca na Mangueira vai passar
Minha bandeira tem que respeitar
Ninguém desbanca minha embarcação
Porque o samba é minha oração

Beleza o bailar da piracema
Cachoeiras um poema à preservação
Lendas ilustrando a história
Memórias do valente Lampião
Mercado flutuante, um constante vai-e-vem
Violeiro, sanfoneiro, que saudade do meu bem
O sabor desse tempero, eu quero provar
Graças à irrigação, o chão virou pomar
E tem frutas de primeira pra saborear
Um brinde à exportação, um vinho pra comemorar
O Velho Chico! É pra se orgulhar

O sertanejo sonhou
Banhou de fé o coração
E transbordou em verde e rosa
A esperança do sertão