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Era
uma vez um reino de mentira
Leo Cunha e Ricardo Benevides
Ilustrações André Neves
Editora Record
32 páginas
Preço: R$ 35,90
Formato: 21 x 28 cm
ISBN: 85-01-06848-9
Um mundo onde jogos e passatempos tradicionais
se transformam em cenário de aventuras incríveis.
ERA UMA VEZ UM REINO DE MENTIRA reúne duas histórias
com brincadeiras conhecidas do público infantil em interpretações
para lá de originais. Em O castelo e os reis, Ricardo Benevides
- autor revelação da Fundação Nacional
do Livro Infantil - usa o gramado como seu império e rimas
futebolísticas como decretos reais. Tudo isso para contar
as aventuras de jogadores de futebol em um reino muito distante.
Todo domingo, nessa terra diferente, na qual só havia glória
e jamais guerra, os súditos se encontravam para aclamar um
novo rei. Ele governava apenas por uma semana, e suas ordens eram
só diversão. Para o dia da decisão, os exércitos,
cada qual com apenas 11 integrantes, vestiam suas melhores cores:
vermelho, branco e negro contra verde, grená e branco. De
vez em quando, as cores mudavam. Mas nunca a alegria. Quando a batalha
se tornava exagerada, surgia um mediador vestido de negro, soprando
um apito e trazendo ordem ao caos. Somente o que permanecia igual
era a alegria da torcida. Com coreografia, corneta e gritos.
Em A Dama Dourada e a Rainha Negra, Leo Cunha - vencedor de vários
prêmios de literatura infanto-juvenil, como Nestlé,
Jabuti e João de Barro - entra no universo dos baralhos e
tabuleiros. Com uma linguagem lúdica, o autor narra as aventuras
da Dama Dourada, uma das quatro rainhas de um país que parece
existir só no papel. Um lugar onde quatro reis, dois rubros
e dois negros, governavam junto a suas quatro esposas. E eram protegidos
por quatro valentes cavaleiros, os valetes. Mas a Dama se revoltou
contra o marasmo e partiu de madrugada, viajando entre outros joguetes,
em busca de emoção.
Ela chega, finalmente, a um reino onde tudo era preto e branco.
O solo, plano e quadriculado. Neste lugar, dois monarcas viviam
em eterna contenda, com cada corte ocupando um lado do tabuleiro.
Bispos, peões e cavaleiros executavam uma intrincada dança:
em zigue-zague, diagonal ou L, os movimentos jamais mudavam. A Rainha
Negra, infeliz com a ausência de cor em sua vida, decide trocar
de lugar com a Dama e fugir para a terra dos quatro reis. Durante
algum tempo, ambas foram felizes. Mas logo decidiram voltar: a Rainha
aprendeu blefes e truques, a Dama, alguns embates, e a vida nos
dois locais nunca mais foi a mesma.
Com ilustrações de André Neves, ERA UMA VEZ
UM REINO DE MENTIRA emociona tanto pela beleza das imagens quanto
pela prosa dos autores.
Leo Cunha nasceu no norte de Minas, em Bocaiúva, mas mora
em BH desde pequeno. Formou-se em jornalismo e publicidade e, depois
de atuar algum tempo nestas áreas, vem se dedicando à
literatura e às aulas no curso de jornalismo da UNI-BH e
na Pós-graduação da PUC-MG. Publicou mais de
30 livros, sendo que entre os mais conhecidos estão A menina
da varanda (Record), O sabiá e a girafa (Nova Fronteira),
Pela estrada afora (Atual), Clave de Lua (Paulinas) e Cantigamente
(Ediouro). Seus livros já receberam os principais prêmios
da literatura infantil e juvenil do país, como o Nestlé,
Jabuti, João de Barro, FNLIJ, Adolfo Aizen, entre outros.
É casado e tem uma filha chamada Sofia, que, como o pai,
adora livros, música, cinema e chocolate.
Ricardo Benevides nasceu no Rio de Janeiro.
Formou-se na Faculdade de Comunicação Social da Uerj,
em 1996, e concluiu o Mestrado em Literatura Brasileira pela mesma
instituição, em 2004. Trabalhou como editor de Literatura
na Ediouro e como editor de texto na Editora Paz e Terra. Em 2000,
lançou seu primeiro livro para o público infantil,
"Fabíola foi ao vento" (Revan), pelo qual recebeu
o Prêmio de Autor Revelação da Fundação
Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Atualmente trabalha como professor
dos cursos de Comunicação Social das universidades
Estácio de Sá e Gama Filho e das Faculdades Integradas
Hélio Alonso. Nas horas vagas, joga futebol e toca guitarra
num grupo de rock. Entre uma coisa e outra, gosta de assistir filmes
com a Dri e brincar com o Pedro.
André Neves nasceu no Recife. Formou-se em Comunicação
Social mas, desde 1998, dedica-se exclusivamente ao campo das artes
gráficas. Em especial ao livro infantil. Como ilustrador
já publicou mais de 30 livros e seus desenhos já foram
vistos em mostras e exposições dedicadas à
imagem para a infância, como "La immagine della Fantasia",
na Itália. Por sua obra recebeu o Prêmio Luís
Jardim, por um livro de imagem, Menção Honrosa do
Prêmio Jabuti e, em 2004, o Prêmio Açorianos
de Ilustração Infantil, no Rio Grande do Sul, onde
André atualmente vive, estuda, desenha e inventa histórias.
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