Nelson Gobbi
RIO Mestre Paulinho, que comandou a bateria nota 10 da Beija Flor, ficou feliz por ter contribuído para o possível título da azul e branco.
''Fiz o meu trabalho, a minha obrigação. Da mesma forma que fez toda a minha bateria. A gente não tem que inventar. Não tem que criar paradinha se não tiver que fazer. Somos mais uma escola de samba e é isso que tocamos na avenida''.
Paulinho não quis comentar as notas ruins da bateria da Mangueira que criou a paradinha, coisa que não fazia tradicionalmente. Ele também lamentou a falta de sorte da Mocidade Independente de Padre Miguel, que optou por não fazer sua tradicional paradinha e acabou não tirando nenhuma nota dez.