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A Internet atua sobretudo acelarando varios processos que se
desenrolam no mundo, o que leva necessariamente a um encurtamento
das distancias. As novidades de sua atuação decorrem
sobretudo dessa acelaração. Como todo fenomeno
complexo, esta além dos julgamentos maniqueistas positivos
ou negativos. Ela produz muitas vezes efeitos contraditorios.
Márcio
Souza Gonçalves |
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Eu
acho que o jornalismo online ainda não tem uma linguagem
própria. O critério do valor da notícia
é a velocidade e a interatividade. Mas, apesar disso
e da crise que vive o JB, pode-se esperar uma coisa positiva
para o futuro pelo pioneirismo do jornal. Eu já acessei
bastante o jb online, mas confesso que atualmente não
tenho visto mais. Dez anos é uma eternidade, quando se
fala em internet. Parabéns. Eu espero que o jornal ou
o site publiquem um caderno ou um resumo sobre essa experiência.
Muniz Sodré |
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Ler o JB Online é o mesmo que nos anos 30 ler sucessivas
edições que os jornais impressos tiravam todos
os dias. A diferença é que em vez de comprar no
jornaleiro, você clica no computador. 
Ruy Castro |
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Entrei na internet no final de 1994 e tornou-se cotidiana em
minha vida. Jornalista profissional, uso mais internet do que
TV e rádio.
Quando o JB On Line surgiu fiquei emocionado. Jornalista profisional,
o JB era minha casa pois abrigava a Radio JB AM em cujo departamento
de Radiojornalismo, então dirigido por Ana Amaria Machado,
ingressei em 1974 e saí em 1981 para montar a Fluminense
FM, Maldita. Eu e o saudoso Samuel Wainer Filho, amigão,
na época da Redação do JB. O JB ON Line
é uma amostra de que a história do Jornal do Brasil
está linkada com a vanguarda. Por isso, torço
muito para que ele volte a ser a referência latino-americana
de Jornalismo de excelência. 
Luiz Antonio
Mello |
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